No Limite da Atração – Resenha

NO_LIMITE_DA_ATRACAO_1362749583PEra para essa resenha ter saído bem antes, mas eu vi para Portugal e… Esqueci de escrever. Como só hoje estou com acesso à Internet no notebook, resolvi deixar a preguiça de lado e escrever!

Título: No Limite da Atração
Autora: Katie McGarry | Editora: Verus
Sinopse: Ninguém sabe o que aconteceu na noite em que Echo Emerson, uma das garotas mais populares da escola, se transformou em uma “esquisita” cheia de cicatrizes nos braços e alvo preferencial de fofocas. Nem a própria Echo consegue se lembrar de toda a verdade sobre aquela noite terrível. Ela só gostaria que as coisas voltassem ao normal.

Quando Noah Hutchins, o cara lindo e solitário de jaqueta de couro, entra na vida de Echo, com sua atitude durona e sua surpreendente capacidade de compreendê-la, o mundo dela se modifica de maneiras que ela nunca poderia ter imaginado. Supostamente, eles não têm nada em comum. E, com os segredos que ambos escondem, ficar juntos vai se mostrar uma tarefa extremamente complicada.

Ainda assim, é impossível ignorar a atração entre eles. E Echo vai ter de se perguntar até onde é capaz de ir e o que está disposta a arriscar pelo único cara que pode ensiná-la a amar novamente. No limite da atração é um livro sexy e envolvente sobre o amor de duas pessoas que estão perdidas e que juntas tentam desesperadamente se encontrar.

No Limite da Atração me encanta, acima de tudo, pelos personagens que são apaixonantes, cada um a sua maneira. A bem da verdade, além dos protagonistas, eu só gosto mesmo do irmão mais velho do Noah, que é um garotinho muito, mas muito fofo.

Em compensação, Echo e Noah são encantadores. Ela deixou de ser a garota popular depois de um incidente do qual ela não se lembras mas que a deixou com os braços cheio de cicatrizes. Ela não pode ver a mãe, seu irmão morreu na guerra e ela odeia o pai e a madrasta – sua ex-babá – o tanto que pode.

Já ele perdeu os pais em um incêndio, do qual apenas ele os irmãos menores conseguiram se salvar. Depois de passar por vários lares adotivos, Noah está bem na casa de um novo casal que mal percebe sua existência. » Continue lendo..

Insurgente – Resenha

INSURGENTE_1359738948PInsurgente é o segundo livro de uma trilogia de distopia, cujo primeiro livro, Divergente, também foi resenhado aqui. Se você não leu, provavelmente não vai querer spoilers, então, eu sugiro não ler esta resenha.

Título: Insurgente (Divergente – Livro 2)
Autora: Veronica Roth | Editora: Rocco
Sinopse: Na Chicago futurista criada por Veronica Roth em Divergente, as facções estão desmoronando. E Beatrice Prior tem que arcar com as consequências de suas escolhas. Em Insurgente, a jovem Tris tenta salvar aqueles que ama – e a própria vida – enquanto lida com questões como mágoa e perdão, identidade e lealdade, política e amor.

Insurgente foi um livro que me surpreendeu de várias formas. Primeiro porque tenho me acostumado a ler séries em que o autor acaba derrapando no segundo livro e esse não foi o caso. Depois porque muitas das perguntas que nos fazemos durante e principalmente após a leitura de Divergente acabam sendo respondidas. E, no melhor estilo Lost, muitas outras surgem.

Após um ataque durante a simulação, a facção Erudição invade o complexo da Abnegação, matando vários de seus integrantes. Tris acaba perdendo seus pais e matando seu melhor amigo, Will, que está sob efeito da droga usada na simulação.

Tris, Quatro/Tobias e Caleb, assim como outros integrantes da Audácia, Abnegação, Erudição e Franqueza acabam indo pedir abrigo na facção Amizade. Lá eles prometem que não vão arrumar confusão, pois estão em uma facção que preza a paz. Tris percebe que Marcus Eaton – pai de Tobias – sabe muito mais dos planos de Jeanine do que diz e começa a espioná-lo para tentar descobrir seus segredos. Mas quando ela se mete em uma confusão, acaba sendo forçada a tomar o “soro da paz”, o que a deixa atordoada, drogada e em seguida, eles precisam deixar a facção.

Quando Tobias recebe um ‘recado’ de um ‘conhecido’, eles vão atrás dessa pessoa. O encontro é em um trem em movimento e Tris o acompanha. É quando ela descobre que a pessoa que quer se encontrar com Tobias é uma líder dos sem-facção, que estão mais organizados do que eles pensavam. A líder desse grupo faz uma proposta a Tobias, mas eles passam ali apenas uma noite, até resolverem tomar outro rumo… A partir daí, quase tudo é spoiler e portanto, vou me ater aos meus comentários sobre o livro.

Acho que a palavra que melhor o resume é eletrizante. Embora o começo seja mais lento, a partir do terceiro capítulo, tudo é ação. E o livro tem muita. É claro que o romance de Tris e Quatro ainda está lá e muito desse romance é regido pelas decisões pessoais de cada um, pela visão que cada um tem a respeito da guerra que acontece entre as facções e a postura que cada um deles toma em relação a isso. Muitas vezes, Tris e Quatro discordam e acabam fazendo escolhas diferentes, o que os leva a mentiras, omissões e muitas vezes, a sensação de que não podem confiar um no outro. E se eles não podem confiar um no outro, em quem vão confiar?

Ao mesmo tempo, vamos conhecendo melhor cada uma das facções, suas motivações e a forma como cada uma delas age. Também conhecemos muito mais sobre o ‘cérebro’ das pessoas que são Divergente e principalmente que eles são mais comuns do que se pensam. Também vemos porque eles são tão ‘perigosos’ para a sociedade.

Uma das críticas que vejo a essa série diz respeito ao fato da Veronica não explicar muito o surgimento das facções e porque a sociedade – Chicago, principalmente – está dividida dessa forma. E o resto do mundo, também está dividido assim? Bem, essas são algumas das respostas que Veronica nos dá nesse livro, e que claro, geram outras perguntas que só serão – assim eu espero – respondidas em Allegiant.

Se eu já gostava de Divergente, eu fiquei ainda mais apaixonada por Insurgente. As reviravoltas e descobertas, a ação ao longo do livro inteiro, as atitudes inesperadas de certos personagens… Tudo me deixou de boca aberta e sofrendo a cada página virada. Chegar ao final foi realmente doloroso. E ainda mais, saber que a continuação vai demorar tanto.

Bloodlines – Capas brasileiras

Desde que a Companhia das Letras divulgou que traria a série Bloodlines, da Richelle Mead para o Brasil pelo seu novo selo de literatura infanto-juvenil, a Seguinte, eu fiquei esperando pelas capas, os títulos e tudo mais relacionado a série.

Essa semana, a editora fez um desafio: assim que atingisse 7500 curtidas em sua página no facebook, liberaria as capas dos três primeiros volumes da série. Enquanto a editora que lançou Vampire Academy está há mais de dois anos para lançar o último livro… Hoje foi o dia da divulgação e… Vamos às capas?

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Eu gostei bastante dos títulos, até porque se mantiveram fiéis a tradução, sem inventar muita coisa. Mas não gostei das capas. Não tem nada nelas que eu realmente possa dizer que gostei. Não gostei do conceito de um fundo temático com a cor sobreposta e o título em preto. Na minha opinião, ficou bastante pesada, um tanto até bruta.

O que sempre me incomodou nas capas americanas foram as fotos. Aquelas cabeças que voam sobre o título é muito feio, mas o logo que fizeram é bem bonito e poderia ter sido mantido. Assim como as cores. Mantiveram o padrão vermelho-amarelo-azul, mas com outras tonalidades, o que achei desnecessário.

Achei melhor que as capas originais? Não, não achei. Achei bem no mesmo nível, só que talvez menos brega. No entanto, ainda não posso dizer que os livros da Richelle tem, em algum lugar do mundo, capas legais. Apesar de não ter gostado do design das capas e não tê-las achado bonitas não é o que mais me preocupa. O que importa, para mim, é que elas se mantenham num padrão, e isso a Editora Seguinte conseguiu. Elas combinam entre si e mantém uma unidade.

Outro fator de extrema importância é que tenham dado a atenção correta, mantendo os títulos corretos, nos volumes corretos e que possamos ver depois que a tradução e a revisão foram cuidadosas. A editora tentou fazer capas que agradassem aos fãs e claro, que fossem comerciais. Quanto a esses detalhes, não posso dizer se eles acertaram ou não, mas estão ao menos ouvindo as pessoas e tentando, fazendo por onde para que a série seja um sucesso. E eu torço muito para que seja, claro!

Ah sim… Só para não perder o embalo: eu vi comentários sobre a possibilidade dos títulos e alguns detalhes serem dourados e/ou com relevos. Sinceramente, não acho que funcione. É colocar mais elementos em algo que já está poluído. Como eu disse no twitter, me parece a ideia de colocar mais batom para disfarçar o excesso de blush.

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Top Comentaristas de Abril – Aviso

Mais um aviso sobre a minha viagem que está gerando impacto em tudo aqui no blog. Bem, eu viajo dia 1º de maio, que é também um feriado. E como o mês termina no dia anterior, não vai dar tempo de saber quem são as duas pessoas que mais comentaram, receber os endereços e colocar os prêmios nos correios.

Portanto, vou fazer o seguinte. No dia 30 de abril vou fazer um post dizendo quem foram os contemplados e mandar e-mail pedindo os endereços e dando as opções de livros para o primeiro colocado. Mas o envio será feito apenas no dia 03/06 – porque eu retorno ao Brasil apenas no dia 02/06.

A mesma coisa vai acontecer com os comentaristas de maio. Mesmo longe, vou postar os ganhadores no dia 31/05, mandar e-mail pedindo os endereços e dando as opções de livros para o primeiro colocado. E no dia 03/06, eu coloco no correio os prêmios de abril e maio.

Assim, vocês já ficam avisados do que está acontecendo e eu viajo tranquila. Por isso também, eu mudei as datas dos sorteios da promoção de aniversário. Estava tudo muito em cima da hora e eu fiquei morrendo de medo de não conseguir dar conta de tudo. Afinal, ainda tenho aqui alguns prêmios para enviar porque os correios estão sempre lotados nessa terra de ninguém.

Shine – Resenha

shineRecebi esse livro na quarta-feira, da Editora Pandorga. Foi uma surpresa, ele simplesmente se materializou aqui. Eu não sabia nem da existência do livro, nem da sinopse, nada. E foi bom ter lido esse livro sem ter nenhuma expectativa a respeito.

Título: Shine
Autora: Lauren Myracle | Editora: Pandorga
Sinopse: Um rapaz surrado, amarrado e deixado para morrer, palavras de ódio rabiscadas em seu peito… Uma garota se recusando a viver sua vida, subjugada por um segredo vergonhoso… Quando seu melhor amigo se torna vítima de um brutal crime de ódio, Cat, uma adolescente de dezesseis anos, começa uma jornada para descobrir quem cometeu o crime em sua pequena cidade. Ricamente ambientado, este audacioso mistério mina os segredos de uma comunidade preconceituosa unida e examina a força de vontade necessária para ir contra todos que você conhece, em nome da justiça. Tendo como pano de fundo o preconceito, violência, grupos fechados, drogas e intolerância, Myracle escreveu com habilidade um conto angustiante sobre a transição para a vida adulta, enredada em um mistério profundamente inteligente. Perspicaz, corajoso e comovente, esta é uma obra inesquecível de uma autora querida.

Cat tem 16 anos e há aproximadamente três está afastada de seus amigos, principalmente Patrick, o mais próximo, o que ela mais amava, que ela sempre teve como irmão, mas tudo começa a mudar em sua vida quando Patrick é atacado no posto de gasolina onde trabalha. Ele foi atacado na cabeça com um taco de beisebol, colocaram a mangueira de gasolina em sua boca e escreveram me seu peito: “chupa essa, viado”.

Sim, Patrick é gay. Mas não apenas isso. Ele é gay em uma cidade do Sul dos Estados Unidos, chamada Black Creek. Uma cidade de gente realmente preconceituosa, daquelas que acham que todos os gays vão para o inferno porque estar com alguém do mesmo sexo é pecaminoso. » Continue lendo..