A Batalha do Apocalipse

Acho que não preciso ficar me estendendo ao falar de A Batalha do Apocalipse, primeiro romance de Eduardo Spohr. Lançado inicialmente em 2007, pela NerdBooks, o livro vendeu de forma independente aproximadamente 4.000 exemplares.

Re-editado em 2010 pela Verus, selo do Grupo Editorial Record, A Batalha do Apocalipse, foi o livro mais vendido na Bienal Internacional de São Paulo deste ano e está entre os 10 mais vendidos há sete semanas.

Título: A Batalha do Apocalipse
Autor: Eduardo Spohr | Editora: Verus
Sinopse: Há muitos e muitos anos, há tantos anos quanto o número de estrelas no céu, o Paraíso Celeste foi palco de um terrível levante. Um grupo de anjos guerreiros, amantes da justiça e da liberdade, desafiou a tirania dos poderosos arcanjos, levantando armas contra seus opressores. Expulsos, os renegados foram forçados ao exílio, e condenados a vagar pelo mundo dos homens até o dia do Juízo Final.

Mas eis que chega o momento do Apocalipse, o tempo do ajuste de contas, o dia do despertar do Altíssimo. Único sobrevivente do expurgo, o líder dos renegados é convidado por Lúcifer, o Arcanjo Negro, a se juntar às suas legiões na batalha do Armagedon, o embate final entre o Céu e o Inferno, a guerra que decidirá não só o destino do mundo, mas o futuro do universo.

Das ruínas da Babilônia ao esplendor do Império Romano; das vastas planícies da China aos gelados castelos da Inglaterra medieval. A Batalha do Apocalipse não é apenas uma viagem pela história humana, mas é também uma jornada de conhecimento, um épico empolgante, cheio de lutas heróicas, magia, romance e suspense.

Antes de começar a resenha propriamente dita quero registrar meu momento depressivo ao final da leitura de A Batalha do Apocalipse. Esse foi um dos livros que levei mais tempo lendo, porque me apeguei de tal forma que não queria que acabasse…

Dessa vez eu vou fazer um pouco diferente e não vou comentar a história até porque o objetivo não é ficar discutindo isso. Assim, vou falar de algumas das coisas que mais me chamaram a atenção.

Algumas porque como vocês podem ver ao lado, eu fiz um bocado de anotações, mas não vou trazer nenhuma delas para o post, uma vez que são anotações pessoais e sobre a história.

A primeira coisa que notei, é algo que pode vir a incomodar a algumas pessoas, mas que eu, particularmente, achei fantástica que a narrativa não é linear e isso é feito através da utilização de flashbacks. Alguns menores e rapidinhos outros realmente grandes, os flashbacks estão presentes durante todo o livro fazendo o leitor conhecer não apenas o passado de Ablon e suas experiências, mas proporcionando-o viajar pelo mundo e pelos acontecimentos históricos. Desse modo, é possível observar as interrelações entre a história do mundo e o passado do personagem principal.

Comentário non-sense e pessoal: como uma fã incondicional de Lost, eu adorei os flashbacks, recurso com o qual eu já estava completamente acostumada. Quem conhece a série, sabe que ela é toda construida em cima de flahsbacks, flashfowards e flashsideways… É, deu saudade!

A segunda coisa que me chamou muita atenção – e eu sempre falo pra todo mundo o quanto eu gostei disso – também diz respeito aos flashbacks.

O livro começa sendo narrado em terceira pessoa, e de repente, em um desses flashbacks, a surpresa: a narrativa começa a ser feita em primeira pessoa. Melhor surpresa não poderia haver. Então, nesse flashback específico, a história de Ablon, que era contada do ponto de vista do espectador, de repente, passa a ser contada pelo próprio Anjo Renegado em suas andanças em busca de justiça.

Esses dois elementos, por si só já me fizeram gostar demais do livro, colocando-o sem dúvidas entre os meus preferidos e tornando o Eduardo Spohr, o meu novo autor favorito, como diz a Maya. Mas, além disso, ainda fiz algumas outras observações, como por exemplo, o Glossário e a Linha do Tempo, ao final do livro. É, eu adoro essas preocupações que os autores têm em nos dar o máximo de subsídios para ler seu livro. Acho que demonstra cuidado e respeito ao leitor.

Para além de todas as coisas que me chamaram a atenção na forma, há também a questão do conteúdo, que embora eu queira preservar aqui, às vezes se torna necessário comentar.

Primeiro eu esperava que os desfechos de algumas situações fossem outros e eu me surpreendi positivamente em todos. A história tem algumas situações que eu gostaria que acontecessem, mas imaginava que não coubessem no contexto. Mas elas acabaram por ter espaço sim, e de uma forma leve, mas ao mesmo tempo sendo o impulsionador de tudo, ou quase tudo. Amor, honra, compromisso, amizade, coragem, justiça e tantos outros valores esquecidos pela humanidade e que nos fazem tanta falta são tratados de uma forma quase lúdica e muito bem contextualizada.

Há que se chamar atenção também para a linguagem empregada no livro, que não é nada simples, mas também não se pode dizer que é complexa ou difícil, é apenas muito rica e variada.

Como não poderia deixar de ser, esse foi um daqueles livros que eu li acompanhada de música e dessa vez, só deu Bon Jovi. Com a proximidade do show, eu não tenho ouvido outra coisa. Basicamente, eu tenho ouvido demais o álbum “The Circle” e dessas músicas, duas delas eu sempre vou associar ao livro, tanto pela letra da música quanto pelo sentimento que fica, apesar de estar quebrando algumas promessas pessoais…

- Brokenpromisseland (uma música que começa com essa estrofe não poderia estar de fora):
“Angels falling from the sky // Imagine that, imagine that
Nobody getting outta here alive // No turning back, no turning back”

- Learn to Love
“When you’re born without wings // All you dream of, all you want
Is that feeling of flying // Of rising and climbing”

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35 anos, cabofriense e vascaína. Viciada em coca-cola, baunilha e livros. Mãe de duas gatas: Nina e Roza. Quase sem preconceitos literários - só não lê autoajuda e livros religiosos - fangirl de Safran Foer e Richelle Mead. Adora YA, principalmente os de fantasia que envolvam vampiros, anjos e outros seres sobrenaturais. E não, não gosta de lobos e outros metamorfos. Autora do conto "Reencontro", que faz parte do livro "Meu Amor é um Mito", publicado em 2012 pela Editora Draco.

71 thoughts on “A Batalha do Apocalipse

  1. Poxa… agora estou me sentindo um monstro por ter mandado um e-mail pro Eduardo comentando sobre o universo que ele criou… boa resenha, Lívia… e bom saber que vc gosta de anjos… eu tbm adoro… não consigo parar de criar histórias sobre os anjos caídos… parabéns flw…

  2. Eu quero muito ler A Batalha do Apocalipse ainda este ano! A história me conquistou, a capa é belíssima… e é brasileiro! É raro um livro brasileiro me conquistar.

  3. Livia…

    primeira vez que visitei seu site…
    amei o seu jeito de escrever…
    E vou contar uma curiosidade….hehehehe
    o livro ABDA….está guardadinho….
    eu moro em Curitiba e estou esperando o dia
    23/09, quando o Eduardo estará dando autógrafos…
    hihihihihih
    aí sim eu vou começar a ler…e depois de ter lido sua resenha …vou ler com prazer…
    depois do autógrafo!!! :D

  4. Fala aí fangirl UHAHUAUHAUH Brinks, ok

    Tô doida pra ler ABdA. Além de tudo, fico feliz que um livro brasileiro venha tendo tanto destaque na mídia *-* E sempre na lista dos mais vendidos \o/

    • Sim, *fangirl*.

      E eu resumi muito essa resenha, me limitando a falar da forma, não querendo entrar demais no conteúdo, porque né… É grande pra caramba e fica complicado reescrever a sinopse, né…

  5. Vocês comentam tanto desse livro no twitter que estou LOUCA pra ler! Tá entre os primeiros da minha lista de compras!
    Fora que seus comentários me animaram ainda mais, obrigada! ;D

    Beijocas!
    Juh Oliveto
    Livros & Bolinhos ~

  6. Menina, o que isso?! Se eu já estava louca para conhecer esse livro, agora então… preciso mesmo ler =p rs
    Ótima resenha!!

    *PS: meudeusdoceu! que tanta anoção e marcação no livro, você deve ter apreciado e gostado muito mesmo =)

    Beijão!

  7. AMEI sua resenha, Livia! *_*
    Realmente o livro é uma surpresa boa atrás da outra!
    É o máximo, né? É extremamente interessante o modo como o Spohr retrata os planos existentes e como eles interagem com o mundo material que conhecemos.
    E a forma como você conduziu sua resenha foi ótima! Apesar de não ter falado do conteúdo dá pra sentir toda a emoção que você teve lendo o livro e isso dá muita curiosidade de ler também! XD (Eu tentei falar do conteúdo e, além de ficar em falta com várias partes, não ficou tão boa assim!)

    Amei *-*
    beijo, livs! :)

    • Mary, eu não quis falar do conteúdo pq é mto grande, tem mta informação e eu sabia que ia deixar passar coisas e/ou ficar dando spoilers. E reescrever a sinopse não é o objetivo né! Então, optei foi colocar minha opinião de não da história, mas da forma como ela é contada!

      Beijos!

  8. Cada vez que leio uma resenha falando bem do livro, fico deprimida porque eu fui na Bienal e o autor estava lá autografando livros! Só que eu não peguei um autógrafo!! Agora me arrependo horrores!!!
    Beijos
    Camila

  9. Estou louca para ler esse livro… e sua resenha só fez aumentar a minha vontade! Interessante o Glossário e a Linha do Tempo, a narrativa, a história… Gostei de tudo! Ahhh, gostei de ver o livro todo ‘marcado’ e suas anotações [é sinal de ter muitas partes boas]!

  10. Preciso dizer que quero muito ler o livro? Não, né? Desde que vi seus comentários sobre ele no twitter, os olhinhos já brilharam e ele foi pra listinha de desejos hehehe

  11. Já comprei o meu e estou esperando ele chegar. Espero que eu não fique decepcionado, parece ser um livro um tanto cult e isso o deixa interessante, eu só me preocupo um pouco com algumas idéias que eu prevejo que estejam presentes no livro.

  12. Concordo com a Louise, sobre o livro ter muito religião. Deviam ler a bíblia para entender a cerne dela. E o livro, confesso que foi bom para mim, mas para o meu irmão, foi um dos piores livros que ele leu no ano. (escala de um a 10, eu daria uns 7)

    Tem pessoas que leem por impulso, só por leitores estarem lendo muito o mesmo livro.

    Parabéns pela resenha.

  13. @Louise e @Lock > Creio que não entenderam que o livro não trata estritamente de religião, apenas porque vale-se de temas religiosos. É um livro de ficção; religião ali é só pano de fundo, só uma BASE a todo o resto, e não deve ser levada a sério por praticantes “cabeça-dura” de alguma crença. Tomemos como exemplo qualquer outra história usando temática religiosa como base, como por exemplo O Código Da Vinci. Aquele também é um livro de ficção, não de religião. Antes de falar, vocês deveriam prestar atenção na proposta do livro ao invés de julgá-lo pelas alegorias que ele usa como ilustração para a história.

    Não é necessário ler qualquer outro livro, nem mesmo a bíblia, para entender e gostar d’A Batalha do Apocalipse. O livro por si só já consegue ser coerente e dá todas as informações necessárias ao entendimento da história que se passa. Considero-o até mesmo mais lógico que a bíblia, em matéria de mitologias. Não achei pontos falhos n’A Batalha do Apocalipse, ao contrário do que ocorre com certos livros religiosos por aí… Pessoas religiosas tem mais é que se afastar de obras interessantes assim, pois levam tudo ao pé da letra e acham que tudo deve seguir as diretrizes de seu livro santo. Não é bom generalizar, mas é apenas a grande maioria. Sei que há também religiosos inteligentes por aí (thank god).

    Confesso que comprei o livro por impulso mesmo, pois já havia lido algo a respeito em um blogue. E quando comecei a ler, fiquei admirado com os rumos pelos quais o autor conduziu o enredo. Gostei tanto que quase não consegui parar de ler, e acabei por terminar o livro em apenas 4 dias (um recorde para mim ao ler um livro de 500+ páginas).

    E claro, devo dizer à autora do site que gostei da resenha. Eu terminei o livro hoje e já sinto falta de todos os personagens, eventos e localidades… e a trajetória da China até a Alexandria foi mesmo uma das melhores partes do livro pra mim, mesmo que tenha sido uma “side quest” dentro do plot principal :)

  14. O Eduardo fez atualmente o mesmo que Machado de Assis quando lançou “Memórias póstumas de Brás Cubas” : Colocou nossa literatura em pé de igualdade com o que estava ocorrendo em diversos países.

    A comparação cabe no sentido de colocar nossa literatura no mesmo contexto e patamar da atual literatura européia e norte americana.

    Estamos vivendo o nascimento de um clássico.

  15. Bem…eu tenho gostado muito do que tenho ouvido falar deste livro,e as resenhas que tenho lido mostra que o tipo de leitura que gosto, porém eu gostaria de um esclarecimento!!!!: Este livro é um livro de estilo gospel, tipo, os anjos rebelados são ruins e Deus vence porque é bom, ou ele é um livro que leva à uma outra abordagem da questão mitológica tão amplamente difundida pelas religiões atualmente??? Odeio livros de alta ajuda e de pessoas boazinhas!!!Gosto de literatura que revolucione o modo de pensar, principalmente assuntos que falem da hipócrisia das religões. Abraços a todos.

    • Claudio, o livro não é nem uma coisa nem outra. Sem falar muito para não dar spoilers, o livro conta a historia de um Anjo Renegado, que participou de uma Rebelião no Céu, antes da Queda de Lúcifer.

      E toda a historia se passa enquanto Deus está dormindo. Portanto, Deus não participa da história. O personagem principal, Ablon, começa a sentir, num futuro próximo, o que seriam os sinais do Final dos Tempos… E ele vai contando meio que “a historia do mundo” do ponto de vista desse anjo, que está andando pela terra desde sua expulsão, logo após o grande dilúvio.

      Nem é auto-ajuda, nem é religioso. É uma ficção, com personagem e embasamento algumas vezes na mitologia judaico-cristã, outras completamente ficcionais mesmo. Vale a pena visitar o site do autor: http://filosofianerd.blogspot.com/

      Converse com o Eduardo, ele é super aberto a responder questões sobre o livro!

      :)

  16. Lívia, obrigado pela resposta. Vc foi muito simpática e esclareceu minha dúvida. Obrigado. Com certeza vou gostar do livro.Logo postarei alguns comentários sobre o que lí.

  17. Detestei o livro. A leitura é cansativa pela ausência de qualidade narrativa, e não pela ebulição criativa presente nos livros clássicos que os professores nos obrigaram a ler na escola.

  18. Eu não costumo gostar muito de livros brasileiros, mas preciso dizer que esse, eu AMEI!
    No primeiro flashback e mudança dos anos eu fiquei meio confusa, mas depois de Babel, oh Babel eu me apeguei muito à narrativa!
    É muito interessante a nova visão que essa história me deu e tenho q dizer que já terminei o livro pensando em como será as asas que tatuarei nas costas! hahaha
    Beijos!

  19. Eu não costumo gostar muito de livros brasileiros, mas preciso dizer que esse, eu AMEI!
    No primeiro flashback e mudança dos anos eu fiquei meio confusa, mas depois de Babel, oh Babel eu me apeguei muito à narrativa! +1

  20. Muito me chamou a atenção com as “releituras” dos anjos hojem en dia. Desde que inseriram um anjo em uma série q assistia (Castiel da série Supernatural) achei estranho, mas adorei. Era estranho ver um anjo brigão, sanguinário e até assassino… mas adorava assistí-lo.
    Ao ler ABdA, adorei mais ainda – pois nada tem de anjinhos bunitinhos, docinhos e tal.. São guerreiros, vorazes defensores de seus ideais – o que melhor ainda mais essa nova otica acerca destes seres.
    Espetacular…

  21. O livro é, apenas um romance de ficção, que inverte totalmente a realidade dos fatos. Querem saber a verdade sobre os fatos? Abram a própria Bíblia no livro de Apocalipse ….risos.
    Além disso, o livro é um singelo plágio do filme Anjos rebeldes.

    Um autor que não possui conheciomento algum do que escreveu, falndo um monte de asneiras e que confun de a cabeça de quem não tem conhecimento das histórias místicas da terra.

    • A expressao “romance de ficção” ja explica o porque todo o resto nao faz sentido. Se o autor quisesse contar os fatos da Biblia, ele nao teria se dado ao trabalho de escrever um livro.

  22. Meu, o livro é ficção e não baseado em fatos reais… Acorda!!!
    O grande problema com várias obras de literatura é que há pessoas idiotas que não sabem diferenciar uma história de ficção de histórias baseadas em fatos reais. E mesmo histórias baseadas não contam 100% da verdade já que são BASEADAS.

  23. eu adorei de mais esse livro um dos melhores livros que ja li, se não o melhor, eu so acho que as batalhas eram muito rapidas sem muitas emoçoes acabavam muito rapido, gostaria mais de ênfase e detalhes nas batalhas que ja foram muito boas por sinal.
    livro muito bom!!

  24. Estou amando o livro…É apaixonante…não da para parar de ler um só minuto!!!
    Tambem adorei a mudança da narrativa em terceira pessoa, para uma narrativa em primeira pessoa. Fantastica essa tecnica que o Eduardo usou!
    Estou apaixonada pelo Ablon…Shamira…muito fofos *-*
    Vale cada centavo!!!

  25. O livro realmente me conquistou…
    Achei a história livre de dogmas, irretocável de qualquer ponto de vista, seja clérico ou leigo…
    Ele não tem a intenção de te empurrar uma versão ou crença pessoal sobre anjos, mas cria uma bela história utilizando essa campo rico e diversificado.
    Espero conhecer novos títulos do autor em breve

    • Oi Valter! Fico super feliz quando vejo que alguém gostou desse livro! Sinto muito orgulho do nosso país, de nossos autores, quando leio livros como esse do Eduardo Spohr.

      :)

  26. Adoreeei a sua resenha Lívia, o livro é tudo isso (e, se duvidar muito mais) do que você disse!

    Muiiiito bem escrito, e é uma surpresa ser de um escritor nacional ! :D

    Estava louca para lê-lo, e quando comecei não consegui mais fazer outra coisa!! A gente nem percebe as páginas enormes passando, quando vemos já estamos no finalzinho do livro!!!

    E gostaria de dizer a música que me marcou, This is War – 30 seconds to mars, com certeza quem conhece e leu o livro vai entender o porque!
    Fico imaginando Ablon lutando no final ao som dessa música!!!

    Bjs!

  27. Nunca entrei nesse site na minha vida, nem sei do que trata realmente, mas ao procurar informações sobre o Batalha do Apocalipse cai aqui e me deparei com essa resenha espetacular, sem aquele ar nariz-empinado, muito bem escrita e respeitosa. Gamei.

  28. Bom comprei o livro em março, li em um mês, porque ele é bem denso e merece ser apreciado mais devagar…

    Vou fazer uma resenha dele em breve, deixarei um link aqui depois…

    Sinceramente gostei até a parte que o Gabriel se une ao cosmo… depois achei que deu uma caída… mas no contexto, achei o livro muito bom.

    Boa resenha…

  29. ola, meu nome é José, eu comprei esse livro a alguns dias e estou gostando muito, sua resenha descreve bem o livro, só que estou meio decpcionado com certos comentarios de algumas pessoas que dizem ter ouvido faklar do livro e ficam nisso mesmo, pessoal vamos apoiar nossa literatura, esse livro do EDUARDO SPOHR, É MUITO BOM, VAMOS COMPRAR E DIVULGAR, E DIGO MAIS ESSE LIVRO PODERIA VIRR FILME.

  30. Li o livro 2 vezes de tanto q eu gostei! Bom que não sou o único :D! Mas enfim, vi que você associou músicas ao livro, eu por outro lado não ouvia Bon Jovi, mas sim Helloween, e por causa desta música sempre voltava a ler a depois de acabar, ouvi tanto ela que tive que comprar a Edição Especial e ler de novo. Enfim a música é Keeper of the Seven Keys, particularmente a parte:
    Put on your armour
    Ragged after fights
    Hold up your sword
    You’re leaving the light
    Make yourself ready
    For the lords of the dark
    They’ll watch your way
    So be cautious, quiet and hark
    ______________________________

    Coloque sua armadura
    Gasta depois de lutas
    Segure sua espada
    Você está deixando a luz
    Prepare-se para
    os senhores das trevas
    Eles observarão seu caminho
    Então seja cauteloso, silencioso e ouça

    e também:
    Hide them from demons and rescue mankind
    Or the world we’re all in will soon be sold
    To the throne of the evil paid with Lucifer’s gold
    __________________________________________________
    Esconda-as dos demônios e resgate a humanidade
    Ou o mundo em que estamos logo será vendido
    Para o trono do mal pago pelo ouro de Lucifer

    Bem é isso o que tenho a dizer ;)…

  31. Ola, acabei de ler hoje esta fantástica obra literária, me apeguei nele do começo ao fim ( pena que acabou). O autor esta de parabéns pois conseguiu algo que os grandes autores mundiais conseguem.. deixar saudade!
    Não acrescento e nem tito nada.. obra belíssima!

  32. Comecei o livro agora, concordo com o lance da linguagem ser mais rebuscada, mas creio que isso enriqueça a leitura. Tem sido ótimo e a história prendeu minha atenção por enquanto. Comprei pelo carater ficctício e isso não tem me decepcionado até porque essa é a maneira de ver as coisas que eu procuro assumir. Apenas fico meio assim, de vez em quando, porque (nao vou dizer devota) mas tenho uma grande admiração pelo Arcanjo Miguel e ,poxa, até aonde estou lendo ele é o tirano malvado da situação e eu fico até torcendo pra que isso seja só um mal entendido.PS.: ainda to na parte que Ablon diz à Shamira que terá que partir. Bjs, Lívia :*

  33. Boa tarde!
    Quero parabenizar pela bela resenha que você fez. Gosto deste tipo de resenha, que não fala de spoliers mas diz muito sobre o livro.
    Eu estava na dúvida se comprava ou não, pois a Avon está com uma promoção maravilhosa. Mas, com sua resenha, resolvi sim comprar o livro….
    Obrigada….

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