Monthly Archives: setembro 2010

Necrópolis – A Fronteira das Almas

O romance de Fantasia (dark-fantasy) NECRÓPOLIS – A Fronteira das Almas, que ainda será lançado em 31 de outubro pela Editora Draco já está mexendo com minha curiosidade. Como o autor me informou, há uma trilha sonora, feita especialmente para o livro, sendo composta pela Isis Fernandes. Para o processo de composição, Isis lia e compunha cada um dos capítulos do livro. Ou seja, o leitor poderá ler o livro ouvindo as músicas referentes a cada um deles. Ainda segundo o autor, a trilha já está 90% pronta. É, não precisarei escolher uma trilha sonora para esse livro! YAY! Título: Necrópolis Autor: Douglas MCT | Editora: Draco Sinopse: No que você acredita? Verne Vipero em nada fora do normal. Um rapaz cético que confronta sua descrença ao descobrir que pode salvar a alma do irmão morto da inexistência, que segue em direção ao Abismo em outro mundo. Abalado pela perda e descobrindo uma possibilidade, ele parte para o Reino dos Mortos com um objetivo, quase uma obsessão: trazer Victor, o caçula, de volta a vida. NECRÓPOLIS é uma das regiões de Moabite, o Sétimo de oito Círculos do Universo. Um lugar habitado por criaturas fantásticas e sobrenaturais, onde há planos e subplanos que levam a mundos Etéreos, de Pesadelos e Magia. Há duas forças opostas: o Ouroboros, o ciclo que permite a renovação da vida; e o Niyanvoyo, onde as almas dão seus passos rumo ao fim. Aliado a um Monge renegado, um ladrão velocista, uma Mercenária deslumbrante e um assassino que veio dos céus, Verne Vipero parte em uma jornada tenebrosa, do deserto mórbido, uma cidade de pedra, até os confins do mundo, em busca da alma do irmão. Custe o que custar. Em Necrópolis nada nem ninguém é o que parece ser e a Fronteira das Almas é o fim da travessia. Douglas MCT nasceu em Socorro, interior de SP, em 1983 e atualmente reside na capital. Cursou Criação e Produção Audiovisual, trabalhou por uma década como Designer Gráfico e no momento atua como Roteirista de games, quadrinhos, animações, filmes e seriados. Escreveu para os quadrinhos da Turma da Mônica e teve contos publicados nas coletâneas Anno Domini (2008), Território V (2009) e Imaginários 3 (2010). Suas primeiras histórias foram premiadas com o Mapa Cultural Paulista em 2001 e 2003. É criador e roteirista do mangá Hansel&Gretel. Troca o dia pela noite e se alimenta de ectoplasma e sangue. Mais? Blog do livro Necrópolis: http://necropolissaga.wordpress.com/ Comunidade no Orkut: http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=20725294 Twitter do autor @DouglasMCT e da Editora Draco @editoradraco

Essa semana – meme literário #1

Essa Semana… Meme semanal hospedado pelo Lost in Chick Lit, onde compartilhamos pequenas informações sobre a nossa semana literária. Tendo como principal objetivo encorajar a interação entre os blogs literários brasileiros, fazer amizades e conhecer um pouquinho mais sobre outras pessoas apaixonada por literatura. Tem interesse em participar? Saiba como aqui! – Leitura do momento: A Batalha do Apocalipse – Eduardo Sporh Tem mais outros cinco, mas eu parei porque Ablon é ciumento! – Li essa semana: A Noite Mais Sombria – Gena Showalter A Batalha do Apocalipse – Eduardo Sporh – Resenhei essa semana: A Noite Mais Sombria – Gena Showalter – Super Posts: O Último Olimpiano – Resenha de Arthur Numeriano – Ultima Compra: Imaginários III – da Editora Draco – Desejo Comprar Urgentemente: Inacreditavelmente, eu não tenho (hoje) nenhum desejo urgente o/ – Conversa imaginária com personagem fictício: “Miguel, devolva Shamira!” – Eu falaria para o autor: Richelle, por favor, não me decepcione logo no final! – Estado de Espirito Literário: Lendo no ônibus, em pé, com Bon Jovi estrondando em meus ouvidos. – Literary Crush (paixão literária do momento): Dimitri, as usual! – Queria ver no Brasil: Ah, tanto faz… Se não chegar, eu leio em inglês mesmo e – Im in mood for… (gênero literário do momento): Any paranormal stuff… – Hey Mr, Postman (ultima coisinha que chegou do correio): The Cinderella Society – Kay Cassidy, do Blog Tour – Super Quote: “Love fades. Mine Has.” Dimitri, Spirit Bound – Vi e viciei (booktrailers, trailers, videos whatever): Hum… Não me vicio em vídeos…

A Noite Mais Sombria – Resenha

Eu achei esse livro na Saraiva essa semana, e não estava esperando muita coisa dele, até a Mary Paixão começar a falar (bem) dele. Depois de ficar viciada na história e viciar outras pessoas, aí vai a resenha de um dos livros que li mais rápido na história. Título: A Noite Mais Sombria (Senhores do Mundo Subterrâneo) Autora: Gena Showalter | Editora: Harlequim Ashlyn Darrow sempre fora atormentada por vozes de diversas épocas, sobrepostas, interligadas, vindas de todas as direções, causando-lhe profundo sofrimento. Só havia um lugar onde ela talvez pudesse encontrar a cura para seu mal: a misteriosa fortaleza habitada pelos imortais, em Budapeste. Homens com poderes extraordinários, cada um carregava em si um dos demônios libertados da caixa de Pandora. Porém, somente Maddox, o guerreiro castigado com a mais cruel de todas as maldições, seria capaz de livrar Ashlyn de seu desespero. Morrendo todas as noites e renascendo à alvorada, o guardião do demônio Violência agonizava com o desejo de tocar Ashlyn, mas receava perder o controle sobre o espírito maligno e se tornar uma ameaça para ela. Bem, nessa resenha eu tenho que medir um pouco as palavras, porque esse não é só um romance. É um romance “adulto”, compreende? Então eu vou dizer os pontos que gostei e aqueles que achei um pouco… Fail. Eu gostei muito da história do Guerreiros que guardam Demônios dentro de si e que têm que passar a eternidade com essa maldição. No caso de Maddox, ele guarda dentro de si a Violência e tem controlá-la. Além disso, ele carrega uma segunda maldição: Todas as noites ele morre, e renasce na manhã seguinte. O relacionamento entre ele e Ashlyn acontece praticamente do nada, mas é forte, é intenso e ao lado dela, Maddox consegue ser rústico (enfim achei um personagem pra usar meu adjetivo preferido) e ao mesmo tempo, protetor e carinhoso. Eu também gostei do fato de que cada livro vai contar a história de um desses Guerreiros. O próximo, “O Beijo Mais Sombrio” conta a história de Lucien, que eu já adoro, mesmo sem ter começado a ler. Lucien guarda a Morte dentro de si. Havia esquecido de dizer uma coisa. A Ashlyn ouve vozes, mas de uma forma diferente. Quando ela entra em uma sala, mesmo vazia, ela “ouve” todas as conversas que já aconteceram ali. E quando ela fica perto de Maddox, ela simplesmente não ouve nada. Ou seja, Sookie Feelings! Não consigo pensar nela sem imediatamente lembrar da Anna Paquin Claro que tem algumas coisas que eu não gostei. A edição nacional “suaviza” algumas partes do livro, além de ter pecado um pouco na revisão – achei um errinho de concordância e um de tradução (meu nome is Anya). E uma coisa que me deixou completamente boquiaberta (talvez tenha sido proposital e irônico, assim espero), foi que em determinado momento aparece a seguinte frase: “Naquele momento, Maddox ficou completamente, absolutamente, irrevogavelmente apaixonado por ela.” – A Noite Mais Sombria (p. 301) Não, eu não vou comentar… Continue lendo »

O Último Olimpiano – Resenha

E ai, gostaram do post do Arthur? Pois como eu já havia falado antes, hoje ele está de volta para falar de O Último Olimpiano, o livro que fecha a Série Percy Jackson. Título: O Último Olimpiano Autor: Rick Riordan | Editora: Intrínseca Os meios-sangues passaram o ano inteiro preparando-se para a batalha contra os Titãs, e sabem que as chances de vitória são pequenas. O exército de Cronos está mais poderoso que nunca, e cada novo deus ou semideus que se une à causa confere mais força ao vingativo titã. Enquanto os Olimpianos se ocupam de conter a fúria do monstro Tifão, Cronos avança em direção à cidade de Nova York, onde o Monte Olimpo está precariamente vigiado. Agora, apenas Percy Jackson e seu exército de heróis podem deter o Senhor do Tempo. Nesse quinto e último livro da série, o combate se acirra e o mundo que conhecemos está prestes a ser destruído. O destino da civilização está nas mãos do semideus anunciado na antiga profecia, e Percy está perto de completar dezesseis anos – a dúvida é: o herói será ou não capaz de tomar a decisão correta? Chegamos. Ao fim. Acho que nunca estive tão ansioso para um fim de série como agora. Arrisco-me a dizer que nem Harry Potter e as Relíquias da Morte conseguiu criar tanta expectativa em mim quanto O Último Olimpiano (eu me decepcionei bastante com Relíquias da Morte. É um ótimo livro, mas, para um final de série, deixou a desejar. Não consigo engolir aquele “19 anos depois”. Mas essa é outra história). Em O Último Olimpiano, a batalha contra Cronos, o Senhor dos Titãs, e seu exército chega ao ápice. Do início ao fim do livro, não há tempo para respirar, é uma guerra a cada capítulo. Para quem reclama de finais tediosos e monótonos, não vai se decepcionar com o livro. Não tem como não se comover com a morte de personagens até então secundários na série. Ou não ficar com a mente a mil imaginando, por exemplo, a cena em que os semideuses, do topo do Monte Olimpo, observam Nova York ser silenciada por Morfeu, ser posta num sono sem fim, como diz a Grande Profecia. Uma das cenas que mais me fizeram rever os meus conceitos sobre titãs e deuses é a em que o titã Prometeu mostra a Percy Jackson o passado de Luke, o meio-sangue cujo corpo é hospedado por Cronos. Assim como Percy, você se pergunta: até onde os deuses são melhores que os titãs? E, de verdade, você não sabe de que lado ficar. Rick Riordan retorna no mesmo estilo dos quatro livros anteriores. Revelações, mistérios, reviravoltas, mais mistérios… O Último Olimpiano é um dos poucos finais de série que conseguiram me fazer errar nas apostas. Percy Jackson & os Olimpianos tem um final à altura da série. Que venha agora Os Heróis do Olimpo! Bem, mas eu disse que teríamos uma promo aqui, lembram? Então lá vai! Quando o blog tiver 550… Continue lendo »

Quinta em outra língua #6 – Blue Bloods – Melissa De La Cruz

Bom, o Quinta em outra língua, é um meme proposto pela Giu Fernandes, do Amount of Words e a ideia é postar, as quintas, um livro que você tenha lido em outro idioma. Embora algumas pessoas tenham me falado bem mal desse livro, eu comprei porque estavam uma pechincha na Saraiva Mega Store. Deixei lá na estante tipo uns dois meses até que a Nat começou a falar realmente bem dele e me convenceu a ler o livro. Já vou dizendo logo que Blue Bloods não se tornou minha série de livros favorita e está, até agora, atrás mesmo de Wake. Título: Blue Bloods Autora: Melissa De La Cruz | Editora: Hyperion Books Sinopse: De la Cruz has revamped traditional vampire lore in this story featuring a group of attractive, privileged Manhattan teens who attend a prestigious private school. Schuyler Van Allen, 15, the last of the line in a distinguished family, is being raised by her distant and forbidding grandmother. Schuyler, her friend Oliver, and their new friend Dylan are treated like outsiders by the clique of popular, athletic, and beautiful teens made up of Mimi Force, her twin brother, and her best friend. What they have in common is the fact that they are all Blue Bloods, or vampires. They don’t realize that they aren’t normal until they reach age 15. Then the symptoms manifest themselves and they begin to crave raw meat, have nightmares about events in history, and get prominent blue veins in their arms. Their immortality and way of life are threatened after Blue Blood teens start getting murdered by a splinter group called the Silver Bloods. Assim como todo mundo que escreve sobre vampiros acaba criando a sua mitologia em volta deles, a Melissa faz a mesma coisa. É bom? É ruim? É diferente. Os vampiros dela não brilham. Os vampiros dela são pessoas do High Society de Nova York e eles são mortais. Quer dizer, mais ou menos. Só lendo para entender. Ou não, como é meu caso. Ela até criou uma mitologia interessante, mas ficou com uma falha que deixa muito a desejar – e ao que me consta, até o quarto livro isso não é explicado – acaba parecendo falha no roteiro. A forma como a mitologia criada por ela é contada não me agradou porque em alguns momentos ela se perde demais e em outros, ela parece simplesmente ficar explicando os que são os Blue Bloods, de onde vem, mas sem contextualizar. Não é em uma conversa, em uma lembrança, nada… Simplesmente o narrador entra e começa a dizer. Para que você entenda um pouco do mundo de Melissa, eu vou fazer uma comparação com Vampire Academy (e eu odeio essas comparações): – Blue Blood – são anjos caídos / vampiros, que não seguiram Lúcifer. Podem ser bons ou maus, mas isso por conta de seu caráter e não de sua natureza ruim. São como se fossem os Morois da Richelle. – Silver Blood – são anjos caídos / vampiros,… Continue lendo »