Até que enfim este mês acabou! Pareceu ter um ano! A parte boa é que com o final do mês vem também o sorteio de top comentaristas que vai premiar uma das cinco pessoas que mais comentou no mês.
E este mês a vencedora foi…
Carolina, parabéns! Por favor, preencha o formulário abaixo com seus dados em até 48 horas para que eu envie seu prêmio!
Já faz tempo que venho querendo falar de minhas séries favoritas e como ontem eu falei sobre aliens, resolvi começar por Roswell. Apesar de bem diferente dos livros que o inspiraram, Roswell é um seriado pipoca. É gostoso de ver, divertido, mas ao mesmo tempo despretensioso.
Sinopse: Roswell é uma cidade do Novo México que tem sido associada com o aparecimento de OVNIS durante muito tempo. Entretanto, Liz Parker e sua melhor amiga Maria De Luca acreditam que tudo não passa de boatos até que um dia, Liz é atingida por uma bala e seu amigo de escola, Max Evans, salva sua vida ao colocar sua mão na ferida, cicatrizando-a por completo.
Seu amigo Michael e sua irmã Isabel, estão horrorizados. A partir de agora todos saberão seus segredos: eles são sobreviventes do acidente de um OVNI e foram adotados quando pequenos por uma família local. Liz promete não revelar o segredo, mas não vai ser uma tarefa fácil.
O xerife Valenti suspeita que algo de estranho está acontecendo e seu filho, Kyle, que sai com Liz, tem ciúmes da relação que está surgindo entre ela e Max. Roswell explora a adolescência com humor e sinceridade criando um ambiente repleto de desejos e muitas possibilidades.
1. Aliens: não seria óbvio ter um livro/seriado sobre Roswell? E pode algo sobre esse tema ser ruim? Bem, até pode, mas esse não é o caso.
2. A trilha sonora: o episódio piloto acabou comigo quando começou com Here With Me (Dido) e terminou com Crash (Dave Matthews Band). Além das duas músicas fazerem todo sentido, elas já faziam parte da minha vida de uma forma bem especial.
3. O romance: Ok, a maioria acha isso muito chato, mas vejam bem, a história é sobre adolescentes, se não tivesse um romance fofo-complexo-conturbado, não seria um seriado teen. E mais, não tem apenas um, tem três e todos bem diferentes, do fofo ao engraçado.
4. Michael Guerin: não tem como não amar o cara que faz o badboy mas no fundo é um querido! Um cara que serve massa em prato do pateta ganha qualquer coração!
5. Maria De Luca: a melhor amiga da protagonista é a pessoa mais legal do seriado. Ela é divertida, esperta, companheira e apaixonada pelo Michael. Maria é responsável pelo alívio cômico do seriado e sonha em ser cantora. Morre de medo de viver para sempre na pequena cidade, mas apesar disso, não faz o tipo vaca egoísta.
6. Super poderes: todos os aliens têm poderes fantásticos: cura, viagem em sonhos alheios, mudar a forma de objetos e telecinese.
7. Katherine Heighl: é ela quem dá vida a Izzie Evans, que apesar de no livro ser uma personagem insuportável, no seriado ela consegue ser quase legal. E acredite, vai melhorando com o tempo.
8. Viagem no tempo: personagens que voltam do futuro para dar “um toque” nos personagens que estão no passado? Sim, temos isso sim! Porque se aliens podem viajar no espaço, eles têm que poder viajar no tempo, certo?
9. Alex Withman: também conhecido como Colin Hanks, o filho de Tom Hanks não faz feio e mostra que não está no seriado porque tem pai famoso, mas é sim um bom ator.
10. Três temporadas: apesar de ter sido cancelado na terceira temporada o seriado é realmente bem legal. E o mais legal é que com três temporadas você consegue ver todo em dois finais semana – se você não tiver uma vida social, obviamente.
Aí embaixo vocês conferem alguns stills do seriado. Coloquei só do piloto para não ter risco de spoilers.
Muita atenção para a quarta foto, do Max com o dedinho para cima. Além de ser uma imagem que aparece na abertura, é a coisa mais fofa do mundo. Todas gritam: ooownnnnn!
E para quem é fã mesmo do seriado, pode comprar as três temporadas, mas só no Amazon, porque aqui no Brasil só lançaram as duas primeiras.
Pode um livro sobre aliens não ser fucking awsome? Pode sim! Mas também pode ser muito bom mesmo quando parece que não é. E novamente, lá vou filosofar a respeito de um livro. Quem vem comigo?
Título: Eu Sou o Número Quatro Autor: Pittacus Lore | Editora: Intrínseca Sinopse: Nove de nós vieram para cá. Somos parecidos com vocês. Falamos como vocês. Vivemos entre vocês. Mas não somos vocês. Conseguimos fazer coisas que vocês apenas sonham fazer. Temos poderes que vocês sonham ter. Somos mais fortes e mais rápidos que do que qualquer coisa que já viram. Somos os super-heróis que vocês idolatram nos filmes e nos quadrinhos – porém, somos reais.
Nosso plano era crescer, treinar, ser mais poderosos e nos tornar apenas um, e então combatê-los. Mas eles nos encontraram antes. E começaram a nos caçar. Agora, todos nós estamos fugindo. Vivemos nas sombras, em lugares onde nunca seremos procurados, tentando não ser notados. Vivemos entre vocês sem que vocês saibam. Mas eles sabem.
Algo me diz que a maioria dos aliens vem à Terra buscando o sonho americano, porque tirando os oito amiguinhos do Number Four, Bilu e o ET de Varginha, todo ET que se preze acaba nos Estados Unidos. Ou vai ver é algum tipo de retaliação ao fato dos americanos terem sido os primeiros – ou não – a pisar na lua e poderiam – ou não – ser os primeiros a invadir seus planetinhas a milhões de anos luz daqui…
E também parece que todo alien precisa, obrigatoriamente ter poderes muito sinistros e bizarros. Bem, menos o Pequeno Príncipe. Aliás, nem ele. Ele falava com raposas. Seria o Bilu então, o primeiro ET a não ter poderes muito espetaculares?
Fato é que Pittacus Lore – ou os dois autores que se juntaram para escrever com esse pseudônimo – tinha em mãos um dos melhores plots do ano e infelizmente não soube aproveitar. Porque é preciso muito talento pra deixar uma história mais ou menos quando se trata de alenígenas, superpoderes e invasão na Terra. Até os filmes bestas sobre o assunto, como “Independence Day” porque pior que seja, ainda é um filme legal, nem que seja pelo fato de ver NY toda destruída. É sempre divertido!
Então somamos um alien descobrindo seus superpoderes, um guardião sem poder algum que esconde alguns segredos, e uma menina bonita que se apaixona pelo alien. E obviamente que ele vai ignorar os outros cinco aliens que vieram para a terra, a reconstrução de seu planeta e toda a existência na terra só porque está apaixonado pela menina bonita. Mas isso não é novidade.
E talvez essa seja a maior crítica que tenho visto das pessoas que comentaram esse livro: a falta de necessidade de um romance entre John e Sarah. Concordo? Em parte! O foco acaba sendo mais o romance que a guerra entre Lorienos (os caras legais) e Mogadorianos (os caras maus). E o romance também é bem sem graça! Mas não concordo que não devesse necessariamente existir.
Henri, o Cepan – guardião – de John o explica quem em Lorien, as pessoas se apaixonam apenas uma vez, diferente da Terra. E John, ao se apaixonar por Sarah, nos mostra o quanto o amor nada mais é que uma construção social. De modo que, uma vez que ele vive em uma sociedade diferente daquela construída em Lorien, nada mais normal que ele tenha internalizado os conceitos e hábitos dessa sociedade. Nada mais normal que ele se apaixonar por uma garota. Faz parte da vida dos seres humanos, aqueles com quem ele cresceu. Faz parte da vida dos garotos de 15 anos se interessar por garotas (ou outros garotos, isso não importa!).
Achei interessante explorar a “normalidade” da vida de John, o quanto ele soube se misturar aos humanos, tendo as mesmas emoções, sensações e necessidades. Ao mesmo tempo, achei exagerada a rebeldia de John ao preferir ficar ao lado de Sarah ao se proteger. Rebeldia, burrice e egoísmo, uma vez que isso colocaria não apenas ele em perigo, mas seu amigo, namorada e seu Cepan.
Além de John, o Número Quatro, vemos também a Número Seis, que aparece do meio para o final da história e parece ter sido bem mais instruída do que ele. É uma personagem que aparece do nada, é super treinada e consciente de seus poderes – diferente de John – e parece ser bem mais madura que ele. Mas é só isso. A parte divertida fica a cargo de Sam, o único amigo de John, que é obcecado por aliens. Sem esquecer de Bernie Kosar, um cão pulguento fofo que o John encontra nas redondezas da nova casa.
Confesso que achei um pouco cansativas as narrativas sobre como era Lorien e como o planeta foi invadido e destruído pelos Mogadorianos. E senti falta de uma resistência maior de Lorien. Ora bolas, um planeta que sabia há tanto tempo que Mogadore estava passando por dificuldades e tinha tecnologia para invadi-los e não faz nada? Um planeta que já teve habitantes visitando a terra desde os homens da caverna, que tem tecnologia tão avançada e… não se planeja com antecedência?
É sabido que o livro já virou filme e estamos esperando sua estreia no Brasil. Infelizmente, apesar da capa linda brasileira, baseada no poster, não consigo achar Alex Pettylicious parecido com John. Simplesmente não dá. Ele parece mais velho -ok, ele é – mais maduro e menos mole do que John. O mesmo acontece com a Dianna Agron como Sarah. É como se não combinasse. De todo modo, fica aí o trailer!
Classificação Geral:
Eu tinha falado da capa brasileira, que acho linda, né. Então, aqui vão algumas capas que achei no Goodreads.
Várias pessoas me perguntavam se eu não gostaria de ter colaboradores no blog. Depois de muito pensar, resolvi abrir inscrições para ter três ajudantes (ou mais, quem sabe) que serão responsáveis por colunas semanais que são:
Das páginas para as telas
Postadas sempre às terças-feiras, a coluna pretende falar de livros que foram adaptados para o cinema. O colunista não precisa ter lido e assistido ao filme, mas precisa ter feito um dos dois.
Capas pelo mundo
Postadas sempre às quartas-feiras, a coluna deve apresentar o máximo de capas que puder de um determinado livro, seja ele lançamento ou não.
Novidades
Postadas sempre as sextas-feiras, essa coluna é a mais trabalhosa e deve trazer as novidades da semana do mundo literário. O colunista deverá pesquisar bastante e estar sempre atento.
O que precisa para se candidatar
• Disponibilidade para postar semanalmente;
• Bom conhecimento da Língua Portuguesa;
• Algum conhecimento em inglês para pesquisa em sites internacionais (principalmente no caso da coluna “novidades”);
• Conhecimento de edição de imagens e comandos simples de HTML para edição dos posts (negrito, itálico, centralizar imagens, colocar links, blockquotes…).
O mais importante de tudo: o colunista precisa ter a consciência de jamais copiar algo de algum site sem autorização e crédito.
Assim como eu faço o blog por hobby, o interessado em ser colunista deve ter o mesmo objetivo, uma vez que é um trabalho não remunerado – e envolve custos de servidor e domínio. Assim, é importante deixar claro que o colunista não será remunerado.
Se você gostou e quer participar, por favor, preencha o formulário abaixo. As inscrições vão até o dia 15 de abril, e o resultado sai no dia 24 de abril, dia no aniversário do Leiturinhas.
No próximo mês o Leiturinhas completa um ano, algo que embora eu quisesse muito, não acreditava que fosse acontecer quando comecei. Não imaginava que ele fosse durar tanto tempo, apesar da minha vontade. Achei que ninguém fosse gostar / acessar / comentar / participar e que eu acabaria desanimando. Mas não! As pessoas continuaram vindo até aqui, deixando seu comentário, participando em promoções, dando opinião, ou não. Muitos apenas visitam e voltam ou não. E é essa interação que me anima a fazer mais e melhor a cada dia.
Infelizmente não faço tudo o que gostaria como resenhar mais livros, colocar umas promoções mais elaboradas etc. Faço o que está dentro do possível, mas também quero a opinião de vocês. Para isso, tem esse formulário aqui, que eu ficaria imensamente feliz se vocês respondessem. O formulário é anônimo, então, podem responder sem vergonha que eu pense “ihhhh olha o que fulano escreveu”. Quero me focar nas informações de vocês e não em quem são vocês, ok!
Tá certo que eu não faço toda semana, mas deveria… Então, vocês vão notar um delay entre os meus posts e do Murphy’s Library!
A ideia é mostrar a diversidade de blogs literários que temos no Brasil — e conhecer um pouquinho mais dos blogueiros também. (Murphy’s Library)
A pergunta da semana é:
Se você pudesse se colocar na história de um livro ou de uma série de livros, qual seria, e por quê?
Gente, como assim? Que pergunta é essa? É claro que eu viveria dentro de A Mulher dos ColtersVampire Academy. Toda e qualquer possibilidade, por mais remota que seja, de ser Rose Hathaway é sempre válida!
Lívia Martins. Pedagoga, cabofriense e vascaína. Viciada em coca-cola, baunilha e livros. Mãe de duas gatas: Nina e Roza. Quase sem preconceitos literários - só não lê autoajuda e livros religiosos - fangirl de Safran Foer e Richelle Mead. Adora YA, principalmente os de fantasia que envolvam vampiros, anjos e outros seres sobrenaturais. E não, não gosto de lobos e outros metamorfos.
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Até que a Cibele me deu argumentos suficientes para ler e eu acabei sucumbindo e passando na frente de tudo.
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Dividindo Mel - Resenha-A primeira coisa que vou fazer aqui é deixar vocês com inveja e dizer que eu li esse livro antes da maioria de vocês. Sim, eu li assim que a Iris terminou a primeira versão dele, antes daquelas alterações que as editoras fazem – e elas sempre fazem.
Mas depois,...
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Essa resenha está guardada aqui faz um tempo, já. E olha que eu já comprei até a continuação...
Quem conta um conto...-Um conto é um tipo de narrativa mais curta, concisa e precisa que apresenta uma unidade. Um conto precisa de tensão, ritmo, grande capacidade compactação. Não permite prolixidade e deve, portanto, dar conta de uma história fechada, com começo, meio e fim em poucas palavras.
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