Lembram da Ilíada, de Homero? Helena? Cavalo de Troia? Presdestinados não é exatamente uma releitura do clássico, mas tem ele como seu ponto de apoio. Eu explico…
Título: Predestinados
Autora: Josephine Angelini | Editora: Intrínseca
Sinopse: Helen Hamilton passou a vida inteira tentando disfarçar o fato de que é uma garota diferente, mas agora, aos dezesseis anos, isso está cada vez mais difícil. Não apenas por causa de sua força sobre-humana ou porque às vezes, sem motivo aparente, pessoas estranhas simplesmente a atacam, mas também porque ela teme que seu juízo esteja seriamente comprometido. Pesadelos recorrentes com uma estranha viagem pelo deserto e a visão de três mulheres derramando lágrimas de sangue a tem atormentado noite e dia. Ao mesmo tempo, um impulso inexplicável, incontrolável, passa a dominar seus pensamentos: Helen quer matar Lucas, um dos rapazes da glamorosa e misteriosa família Delos. À medida que descobre mais sobre sua verdadeira origem, ela percebe que a relação dos dois está submetida não só à sua vontade, mas a forças e tradições ancestrais.
Em vez de fazer uma releitura da Ilíada, Josephine Angelini resolveu dar a ela a característica de “história da humanidade” e não apenas de “mitologia”. Assim, ela criou um enredo que se encaixaria em uma “continuação”, ou seja, demonstraria que os padrões e repetições das Moiras continuavam acontecendo. Melhor explicando, os personagens centrais de Predestinados são Descendentes (em maiúscula porque é o nome dado a eles) daqueles que protagonizaram a Ilíada.
Predestinados é narrado em terceira pessoa e de uma forma que me fez custar a pegar o ritmo do livro. Até aproximadamente a página 80 eu lia 3 ou 4 por dia e parava. Parei o livro. Voltei. Então, de repente, a história toma rumo e o que parecia entediante me tomou de assalto e acabei não largando mais o livro até terminar.
Durante a leitura, vamos fazendo conexões com os nomes dos personagens e suas características aos personagens da Mitologia Grega e tentando adivinhar os próximos acontecimentos, uma vez que sabemos o final de cada um deles. Mas isso não significa que tudo seja óbvio ou previsível. Algumas coisas são, é verdade. Afinal, as Moiras tem mesmo a característica a repetição, a fazer ciclos. A não ser quando o Oráculo prevê coisas diferentes disso…
Eu li na sinopse do Skoob que esse livro era “a feliz combinação de mitologia grega e romance faz com que o livro seja imediatamente comparado a Crepúsculo e Percy Jackson e os olimpianos”. Eu não li Percy Jackson e não sei como exatamente o tema é abordado, mas eu simpatizo muito com a ideia de Predestinados ser comparado a um livro do Rick Riordan, talvez mais direcionado para o lado romântico que o das batalhas – ainda que na Ilíada o mundo entre em guerra por causa de uma mulher.
Já a comparação com Crepúsculo é bastante infeliz. Não porque não seja verdade, mas porque é verdade justamente nos aspectos negativos dos livros como uma mocinha que aceita ser uma Descendente como se fosse a coisa mais simples do mundo, um pai solteiro que leva tudo numa boa, um namorado que passa as noites vigiando o quarto da mocinha para protegê-la e quando não pode ir reveza com os irmãos e primos… Detalhes pequenos mas que o leitor se pega pensando “opa, já vi muito parecido com isso em Crepúsculo”.
E a verdade é que não precisava porque a história se sustenta em si e tem bons argumentos. Os personagens, ainda que em muito tenham características que possamos comparar a Crepúsculo – o irmão fortão, a irmã que vê o futuro – fazem sentido nesse contexto muito mais que na história de Bella e Edward.
Depois de passar alguns dias sofrendo com um começo confuso e uma história que parecia não sair do lugar, acabei me surpreendendo com Predestinados e principalmente com o final que me fez duvidar sobre as intenções reais de cada personagem e bastante ansiosa pelo segundo volume.























Essa mistura de Percy Jackson com Twilight… Não sei se isso é coisa boa. A sinopse parece legal, mas eu ando muito relutante com sinopses legais. A capa não ajuda a conquistar, parece muito mal-feita. A única coisa que me agrada aí são as referências à mitologia grega. Não sei. Definitivamente não entra para a minha lista de próximas leituras.
Tutu, por incrível que pareça a parte “PJ&O” desse desse livro é super bem feita. Tem lutas e poderes muito legais e nem tem muito romance. Fica tudo mto na vontade e como é narrado em terceira pessoa, a protagonista não fica o tempo todo se lamentando ou querendo o cara…
Vale a pena, viu!
Tem lutas? Porque eu li em outra resenha que era um livro bastante parado. Bom, se houver ganhar o livro, com certeza lerei. Ou, se o livro, sei lá, por acaso algum dia custar no máximo uns 15 reais, eu compro, hahahaha.
Ah, tem lutas sim. Não são muitas, mas bem… Semi-deuses causam confusão por onde passam, né…
Oii!
Quero muuuito ler esse livro. Não vejo a hora de receber o meu. AMO Mitologia Grega e envolvendo romance fica ainda mais legal, a meu ver.
Nos EUA esse livro está super bem falado.
Adorei a resenha!
Beijos e boas leituras!
Dyana, eu já estou lendo o segundo. Depois que passa a dificuldade inicial… É muitooo legal!
Bjs!
Que resenha ótima, quero ler!
Seu blog é lindo, parabéns. Estou seguindo, caso queira conhecer o meu blog fique a vontade.
Um beijão.
http://livrodagarota.blogspot.com.br/http
Terminei a leitura ho0je, mas não sei bem o que pensar ainda…
Como vc disse, o começo é lento, mas depois o ritmo de leitura fica mais frenético.
O que mais me incomodou foi a autora ter baseado toda a dinâmica familiar em cima de Crepúsculo, sem contar os outros fatos. Ficou parecendo uma colcha de retalhos.
O livro ñ é ruim, só achei que faltou originalidade =/
Bjs
Essa parte eu achei fraca ainda mais porque NÃO PRECISAVA. A história em si é boa suficiente para se sustentar sozinha…
=/
Bjs!
Iiii gente to com medo de ler esse livro … exatamente como a galera mencionou essa “relação” com Crepúsculo. Vamos ver.
Eu achei que não iria me interessar por sobrenaturais,tão cedo.Doce ilusão!
Quando eu li a sinopse e posteriormente algumas resenhas,eu achei que além de me lembrar Crepusculo me lembrou Cidade dos Ossos,e algum outro livro,mas não era Percy Jackson.
Estou curiosa para saber o ódio que a Helen e o Lucas nutrem entre si.
bjs Nati
Queria ler o livro pela capa e pela sinopse! As resenhas estão sendo positivas, o que ajuda bastante xD
A coisa toda mitológica precisa entrar mais na moda, socorro xD
E COMO ASSIM você não leu Percy Jackson? XDD