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Onde Terminam os Arco-íris – Resenha
Postado em 14 Feb 2012. Arquivado em: 2012, Cecelia Ahern, Resenhas   Tweet

Sempre que ouvia a Iris falando sobre esse livro eu ficava louca para ler, tanto que acabei comprando ele em inglês, mas sempre acabava colocando outros e outros na frente…

Até que a Cibele me deu argumentos suficientes para ler e eu acabei sucumbindo e passando na frente de tudo.

Título: Onde Terminam os Arco-Íris
Autor: Cecelia Ahern | Editora: Ediouro
Um encantador romance sobre dois amigos de infância com quem o destino parece brincar. De crianças travessas a adolescentes rebeldes, Rosie e Alex uniram-se como unha e carne, mas a família de Alex se muda e eles se separam. A mágica conexão entre os dois acompanha os altos e baixos da vida de cada um, mas nenhum deles sabe se sua amizade conseguirá sobreviver à distância. Mal-entendidos, circunstâncias e a mais absoluta má sorte os mantiveram separados. Mas quando se virem diante da última oportunidade, apostarão tudo em nome do verdadeiro amor?

Existem alguns livros que nos cativam porque tem uma história interessante, ou porque a forma como é escrita nos agrada. Mas tem aqueles livros que nos encantam porque se relacionam com pontos de nossas próprias vidas e que causam aquela sensação de “eu conheço essa situação, esse sentimento, eu sei como é isso”.

E esse foi um desses livros. Eu simplesmente devorei as mais de 400 páginas, chorando, rindo, me identificando com várias situações. Mas principalmente me questionando. A cada vez que eu questionava as atitudes – ou omissões – de Rosie e de Alex, eu acabava me questionando também. (more…)

16 comentários
Dividindo Mel – Resenha
Postado em 13 Feb 2012. Arquivado em: 2012, Resenhas   Tweet

A primeira coisa que vou fazer aqui é deixar vocês com inveja e dizer que eu li esse livro antes da maioria de vocês. Sim, eu li assim que a Iris terminou a primeira versão dele, antes daquelas alterações que as editoras fazem – e elas sempre fazem.

Mas depois, a Iris fez várias alterações no texto, nos rumos dos personagens e foi por isso que eu li novamente…

Título: Dividindo Mel
Autor: Iris Figueiredo | Editora: Draco
Sinopse: Todo mundo sabe o que é se apaixonar: o frio na barriga, os abraços, os beijos e os sorrisos. Só que ninguém gosta quando o relacionamento dá errado e termina de uma hora para a outra, sem explicações. Melissa sabe muito bem disso. Afinal, ela nem chegou a duas décadas de vida e possui uma lista de ex-namorados (e alguns ex-qualquer-coisa-indefinida) maior do que gostaria. Mel prometeu para Rebeca, sua melhor amiga, que agora iria focar em seu futuro e deixar os relacionamentos para depois, pois tendiam a terminar mais rápido do que começavam. O que ela não esperava era conhecer, por acaso, um cara maravilhoso que parecia o Príncipe Encantado com quem tanto sonhou. E, menos ainda, que seu melhor amigo voltaria para a cidade trazendo consigo um monte de lembranças e acontecimentos especiais. E agora, como ficará o já cansado coração da dividida Mel?

Ler Dividindo Mel e não pensar na protagonista como a própria Iris é quase impossível. Eu sei que deveria me distanciar disso, mas alguns fatos como a profissão escolhida, a idade, e a cidade em que moram, acabam fazendo com que tudo se misture um pouco. Isso, claro, porque eu conheço a Iris.

Mel é uma dessas protagonistas que nos faz pegar empatia logo de cara. O livro começa com mais um de seus fracassos amorosos, enquanto ela se empanturra de chee-tos, filmes antigos e chora mágoas para sua melhor amiga. E sejamos sinceros: quem nunca?

Mas Mel não desiste, embora tente se convencer do contrário. Mas só até conhecer o lindo e fofo advogado Ricardo. Não precisa muito para que ela se interesse por ele – e sim, é recíproco. Como nem tudo são flores na vida de uma pobre estudante de jornalismo, seu melhor amigo Matheus resolveu aparecer novamente e Mel fica balançada. Ou não, afinal Matheus é apenas seu amigo, certo? Hmmm…

O livro está uma gracinha, desde a capa, a diagramação e principalmente a história, que costumo chamar de despretensiosa. Sabe, quando o autor quer apenas contar “uma história” e não “a história”. E cumpre aquilo a que se propõe.

A única coisa que achei que pecou um pouco foi na revisão. Algumas coisas passaram e acho que poderia ter sido dada uma atenção maior a isso, ainda mais agora que o livro será vendido também no Amazon!

Para comprar: Livraria da Travessa | Livraria Saraiva | Amazon

5 comentários
Quinta em outra língua #12 – Birthmarked
Postado em 26 Jan 2012. Arquivado em: 2012, Caragh M. O'Brien, Quinta em outra língua, Resenhas   Tweet

O Quinta em outra língua, é um meme proposto pela Giu Fernandes, do Amount of Words e a ideia é postar, as quintas, um livro que você tenha lido em outro idioma.

Essa resenha está guardada aqui faz um tempo, já. E olha que eu já comprei até a continuação do livro. Mas essa semana a Mari, do Psychobooks postou a resenha dele, aí eu lembrei que estava guardadinha aqui.

Título: Birthmarked
Autor: Caragh M. O’Brien
Sinopse: After climate change, on the north shore of Unlake Superior, a dystopian world is divided between those who live inside the wall, and those, like sixteen-year-old midwife Gaia Stone, who live outside. It’s Gaia’s job to “advance” a quota of infants from poverty into the walled Enclave, until the night one agonized mother objects, and Gaia’s parents are arrested. Badly scarred since childhood, Gaia is a strong, resourceful loner who begins to question her society. As Gaia’s efforts to save her parents take her within the wall, she herself is arrested and imprisoned.

Seguindo os passos de sua mãe, Gaia Stone, de 16 anos é uma parteira e está pronta para aceitar seu papel na comunidade. Desde que se lembra, a vida do lado de fora do muro tem sido desta forma. Os três primeiros bebês do mês são enviados para o Enclave para ser adotados e viver sua vida dentro dos muros da cidade. Embora a dor de perder um filho seja grande, as mães reconhecem que seu bebê está vivendo em uma comunidade com conveniências que não estão disponíveis para as pessoas que vivem em Wharfton como eletricidade e água corrente. (more…)

6 comentários
Quem conta um conto…
Postado em 23 Jan 2012. Arquivado em: 2012, Resenhas, Richelle Mead   Tweet

Um conto é um tipo de narrativa mais curta, concisa e precisa que apresenta uma unidade. Um conto precisa de tensão, ritmo, grande capacidade compactação. Não permite prolixidade e deve, portanto, dar conta de uma história fechada, com começo, meio e fim em poucas palavras.

Pessoalmente, o grande lance dos contos é que eles podem, ou não, dar margem a histórias maiores. Ultimamente temos encontrado vários autores renomados – principalmente estrangeiros – escrevendo contos para coletãneas como Meg cabot e Stephenie Meyer em Formaturas Infernais, Scott Westerfeld em Amores Infernais e Richelle Mead em Imortal.

Também é possível encotrarmos spin-offs nesse formato. Uma historia curta sobre o mesmo universo, ou sobre o mesmo personagem – ou alguém que a ele se relacione. A própria Richelle Mead tem um conto assim em Beijos Infernais, lançado pela Galera.

Título: Beijos Infernais
Autor: Alyson Noël, Francesca Lia Block, Kelley Armstrong, Kristin Cast e Richelle Mead | Editora: Galera
Sinopse:Cinco histórias de amor e medo, em que a paixão e o sobrenatural misturam-se a todo instante. Tanto na história de uma vampira fugitiva que se vê forçada a confiar em um garoto cuja missão é destruí-la como na relação de amor entre dois imortais, o limite entre o desejo e o perigo torna-se cada vez mais visível. Kristin Cast, Richelle Mead, Alyson Noël, Kelley Armstrong e Francesca Lia Block fazem o leitor questionar o verdadeiro sentido do “amor eterno” e mostram seus prós e contras.

Preciso confessar que foi um livro que superou minhas expectativas. Não esperava muita coisa desse livro. Nunca havia lido nada da Francesca Lia Block nem da Kelley Armstrong e elas eram minhas esperanças, já que não sou fã da Kristin Cast nem da Alyson Noël. Para falar a verdade, eu amor pela Richelle Mead e principalmente pelo universo de Vampire Academy meio que já falam por si só.

Então eu li todos os contos e, embora, claro, eu tivesse amado Sunshine (Luz do sol), os outros também foram bons. Não no nível Richelle Mead. Mas gostei muito dos contos da Francesca e da Kelley. Da Alyson e da Kristin, eu me abstenho de falar. Não gosto da escrita delas e por melhor que seja a história, não consigo evoluir na leitura.

Leia aqui o primeiro conto e conheça um pouco da origem de Lissa Dragomir, da série Academia de Vampiros, em Luz do Sol, de Richelle Mead.

Comentários neste post valem sorteio de marcadores, ok!

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Silêncio – Resenha
Postado em 20 Jan 2012. Arquivado em: 2012, Becca Fitzpatrick, Intrínseca, Resenhas   Tweet

Silêncio, terceiro livro da série Sussurro, consegue ser, até agora, o melhor dos três livros.

Título: Silêncio
Autor: Becca Fitzpatrick | Editora: Intrínseca
Sinopse:Nora Grey não consegue se lembrar dos últimos cinco meses. Depois do choque inicial de acordar em um cemitério e descobrir que ficou desaparecida por semanas, ela precisa retomar sua rotina, voltar à escola, reencontrar a melhor amiga, Vee, e ainda aprender a conviver com o novo namorado da mãe. Em meio a tudo isso, Nora é assombrada por constantes pensamentos com a cor preta, que surge em sua mente nos momentos mais improváveis e parece conversar com ela. Alucinações, visões de anjos, criaturas sobrenaturais. Aparentemente, nada disso tem a ver com sua antiga vida. A sensação é de que parte dela se perdeu. É então que o caminho de Nora cruza o de um sexy desconhecido, a quem ela se sente estranhamente ligada. Ele parece saber todas as respostas… e também o caminho até o coração de Nora. Cada minuto a seu lado confirma isso, até que Nora se dá conta de que pode estar apaixonada. De novo.

Eu comecei a ler Silêncio na semana passada. Como eu estava sem tempo, não li mais do que três ou quatro páginas por dia. Hoje, enquanto esperava minha mãe operar catarata, estava ainda na página 27 quando engrenei na leitura e… Bem, só posso dizer que terminei em uma tarde. Parando várias vezes.

Não é que seja o melhor livro do mundo, longe disso. Estamos falando da série Sussurro e isso significa que voltamos ao universo de Patch (Jev), Nora e sua melhor-amiga-chata, Vee. Todo mundo sabe o tanto que eu não gosto de Vee e uma das melhores coisa de Silêncio é que ela aparece muito pouco.

Dos três livros, esse é o mais misterioso, mais sombrio, com mais elementos a serem descobertos por Nora e consequentemente, pelo leitor. Uma vez que a protagonista está desmemoriada, ficamos como ela, sem saber o que aconteceu nos últimos meses. A diferença é que o gap de memória dela é de cinco meses, ao passo que o nosso é de apenas três. (more…)

7 comentários
  • Quem faz

    Lívia Martins. Pedagoga, cabofriense e vascaína. Viciada em coca-cola, baunilha e livros. Mãe de duas gatas: Nina e Roza. Quase sem preconceitos literários - só não lê autoajuda e livros religiosos - fangirl de Safran Foer e Richelle Mead. Adora YA, principalmente os de fantasia que envolvam vampiros, anjos e outros seres sobrenaturais. E não, não gosto de lobos e outros metamorfos.

    Todo dia 04, escrevo no blog coletivo Um Livro Por Dia.



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