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Silêncio – Resenha

Silêncio, terceiro livro da série Sussurro, consegue ser, até agora, o melhor dos três livros. Título: Silêncio Autor: Becca Fitzpatrick | Editora: Intrínseca Sinopse:Nora Grey não consegue se lembrar dos últimos cinco meses. Depois do choque inicial de acordar em um cemitério e descobrir que ficou desaparecida por semanas, ela precisa retomar sua rotina, voltar à escola, reencontrar a melhor amiga, Vee, e ainda aprender a conviver com o novo namorado da mãe. Em meio a tudo isso, Nora é assombrada por constantes pensamentos com a cor preta, que surge em sua mente nos momentos mais improváveis e parece conversar com ela. Alucinações, visões de anjos, criaturas sobrenaturais. Aparentemente, nada disso tem a ver com sua antiga vida. A sensação é de que parte dela se perdeu. É então que o caminho de Nora cruza o de um sexy desconhecido, a quem ela se sente estranhamente ligada. Ele parece saber todas as respostas… e também o caminho até o coração de Nora. Cada minuto a seu lado confirma isso, até que Nora se dá conta de que pode estar apaixonada. De novo. Eu comecei a ler Silêncio na semana passada. Como eu estava sem tempo, não li mais do que três ou quatro páginas por dia. Hoje, enquanto esperava minha mãe operar catarata, estava ainda na página 27 quando engrenei na leitura e… Bem, só posso dizer que terminei em uma tarde. Parando várias vezes. Não é que seja o melhor livro do mundo, longe disso. Estamos falando da série Sussurro e isso significa que voltamos ao universo de Patch (Jev), Nora e sua melhor-amiga-chata, Vee. Todo mundo sabe o tanto que eu não gosto de Vee e uma das melhores coisa de Silêncio é que ela aparece muito pouco. Dos três livros, esse é o mais misterioso, mais sombrio, com mais elementos a serem descobertos por Nora e consequentemente, pelo leitor. Uma vez que a protagonista está desmemoriada, ficamos como ela, sem saber o que aconteceu nos últimos meses. A diferença é que o gap de memória dela é de cinco meses, ao passo que o nosso é de apenas três.

Quinta em Outra Língua #8 – Crescendo

Bom, o Quinta em outra língua, é um meme proposto pela Giu Fernandes, do Amount of Words e a ideia é postar, as quintas, um livro que você tenha lido em outro idioma. Ah, como eu estava esperando por esse livro. Na verdade estou esperando por ele antes de terminar a leitura de Hush Hush. A Becca havia prometido que falaria mais sobre a morte do pai da Nora e nisso ela não nos decepciona. Se você não lê em inglês, não fique triste, pois a Intrínseca vai lançar Crescendo aqui no Brasil ainda no primeiro semestre de 2011. O próximo livro da série, Tempest, está previsto para ser lançado no Outono de 2011. Título: Crescendo Autora: Becca Fitzpatrick | Editora: Simon & Schuster BFYR Sinopse: Nora should have known her life was far from perfect. Despite starting a relationship with her guardian angel, Patch (who, title aside, can be described anything but angelic), and surviving an attempt on her life, things are not looking up. Patch is starting to pull away and Nora can’t figure out if it’s for her best interest or if his interest has shifted to her arch-enemy Marcie Millar. Not to mention that Nora is haunted by images of her father and she becomes obsessed with finding out what really happened to him that night he left for Portland and never came home. The farther Nora delves into the mystery of her father’s death, the more she comes to question if her Nephilim blood line has something to do with it as well as why she seems to be in danger more than the average girl. Since Patch isn’t answering her questions and seems to be standing in her way, she has to start finding the answers on her own. Relying too heavily on the fact that she has a guardian angel puts Nora at risk again and again. But can she really count on Patch or is he hiding secrets darker than she can even imagine? Eu já havia comentado no twitter a minha insatisfação com o comportamento da Nora e da Vee. Ambas estão muito mais chatinhas do que no primeiro livro. E a Vee aparece muito mais, o que fez como que, algumas vezes, eu me irritasse um pouco. E como o livro é narrado em primeira pessoa, temos muito, muito de Nora. E muito, muito pouco de Patch. O que é uma pena. Apesar de que, quando ele aparece, é aquele aperto no coração, aquela tensão… Confesso que fiquei esperando que o livro já começasse emocionante, mas toda história precisa de um ritmo, que tem que ser criado aos poucos. E mesmo assim, eu realmente li esse livro bem rápido – para um livro em inglês – porque apesar da lentidão inicial, os acontecimentos te deixam querendo saber o que vem a seguir. Continuo batendo na tecla de que às vezes, o que pesa na relação de Nora e Patch é que ela se comunica pouco com ele. No entanto, ela… Continue lendo »