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O Poder dos Seis – Resenha
O Poder dos Seis (The Power of Six) começa logo depois de Eu Sou o Número Quatro, com Seis e Quatro ainda foragidos. Título: O Poder dos Seis – Os Legados de Lorien Autor: Pittacus Lore | Editora: Intrínseca Sinopse: O planeta Lorien foi devastado pelos mogadorianos, e seus habitantes, dizimados. Exceto nove crianças e seus guardiões, que se exilaram na Terra. Eles são como os super-heróis que idolatramos nos filmes e nos quadrinhos – porém, são reais. O Número Um foi morto na Malásia. O Número Dois, na Inglaterra. E o Número Três, no Quênia. Tentaram pegar o Número Quatro, John Smith, em Ohio, e falharam. Em O poder dos seis, John e a Número Seis se recuperam da grande batalha contra os mogadorianos, de quem ainda fogem para salvar a própria vida. Enquanto isso, a Número Sete está escondida em um convento na Espanha, acompanhando pela Internet notícias sobre John. Ela se pergunta onde estão Cinco e Seis, imaginando se um deles é a garota de cabelo preto e olhos cinzentos de seus sonhos, cujos poderes vão além de tudo o que ela já imaginou, aquela que tem a força necessária para reunir os seis sobreviventes. O Poder dos Seis (The Power of Six) começa logo depois de Eu Sou o Número Quatro, com Seis, Quatro e Sam ainda foragidos. Nessa continuação, a história se aprofunda na mitologia dos alienígenas e, finalmente, oferece mais detalhes sobre porque eles passaram a se esconder na Terra. O desenvolvimento dos personagens é bastante inconsistente com alguns personagens tendo cada vez mais peso na história e outros recebendo atenção quase nenhuma. Por exemplo, o livro é chamado de “O Poder dos Seis”, mas a maioria do livro é escrito na perspectiva de Quatro e Sete.
Eu Sou o Número Quatro – Resenha
Algo me diz que a maioria dos aliens vem à Terra buscando o sonho americano, porque tirando os oito amiguinhos do Number Four, Bilu e o ET de Varginha, todo ET que se preze acaba nos Estados Unidos. Ou vai ver é algum tipo de retaliação ao fato dos americanos terem sido os primeiros – ou não – a pisar na lua e poderiam – ou não – ser os primeiros a invadir seus planetinhas a milhões de anos luz daqui… E também parece que todo alien precisa, obrigatoriamente ter poderes muito sinistros e bizarros. Bem, menos o Pequeno Príncipe. Aliás, nem ele. Ele falava com raposas. Seria o Bilu então, o primeiro ET a não ter poderes muito espetaculares?



























