Postado em 01 May 2011. Arquivado em:
Editora Planeta,
Resenhas
Assim que terminei de ler A Canção do Súcubo corri para este livro que já estava me esperando há umas semanas e não me arrependi de me afogar em mais um livro da Richelle. Tanto sinopse quanto a resenha deste livro tem spoiler do primeiro livro, então, leia por sua conta e risco!
Título: O Poder do Súcubo (Georgina Kincaid #2)
Autor: Richelle Mead | Editora: Essência
Sinopse: O amor machuca, e ninguém sabe disso melhor que Georgina Kincaid, uma verdadeira deusa, ou melhor, demônio em forma de mulher. Seth Mortensen era tudo o que ela podia querer e tudo o que não podia ter. De que adiantou ter conquistado o namorado amoroso e estável que buscou durante séculos se o máximo que poderia fazer com ele era… ficar de mãos dadas?! Qualquer coisa menos inocente abreviaria a vida de seu amado. Afinal, Georgina é um súcubo! Como se não bastasse ter uma vida amorosa desastrosa, seus dias no trabalho estão, sem trocadilhos, infernais. Seu colega Doug passa a ter um comportamento no mínimo estranho, e Georgina desconfia que seja efeito de algo mais poderoso que uma overdose de café. Para complicar, seu melhor amigo imortal, um íncubo tão irresistível para as mulheres como ela é para os homens, precisa de sua ajuda numa missão politicamente… sedutora.
Richelle continua me surpreendendo a cada livro. Quando eu acho que já derramei todas as minhas lágrimas em Vampire Academy, vem ela com uma cena fofa entre Seth e Georgina e eu me acabo de chorar em público.
Sabemos que Georgina é uma súcubo, mas nessa história, aparece um velho amigo dela que é um “íncubo”, ou seja, um súcubo ao contrário. No começo, achei ele um pouco estranho, com a mania de chamar a Georgie de Fleur. Também senti falta de um pouco mais de Carter e Jerome, que são fantásticos.
Por outro lado, temos muito mais de Seth e por mais que a Georgina protagonize muitas cenas adultas com vários homens, existem cenas entre ela e Seth que são muito muito mais sexys. Além de fofas. Não sei se o ritmo vai continuar assim, mas a cada livro, temos mais cenas de sexo e cada vez mais detalhadas. Uma pena é perceber que algumas coisas parecem ser suavizadas pela tradução.
Nada me tira da cabeça que meu Dimitri não passa de um Seth mais novo. Eles são simplesmente… a mesma pessoa em corpos, histórias e idades diferentes. Além disso, cada vez fica mais forte a suspeita de que Seth seja também algo como a “reencarnação” de Kyriakos, marido de Letha. Se no primeiro livro eu achava que ele era um pouco morno, agora eu gosto dele mais que de qualquer outro personagem. Bem, eu ainda adoro o Carter…
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