Para o mundo todo! Onde está Kevin Bacon? Não! Nenhum Ren McCormack será como ele. Desculpem-me…
Título: Footloose
Autor: Rudy Josephs | Editora: Galera Record
Sinopse: Quando Ren, saído de Boston, se muda para uma pequena cidade no interior dos Estados Unidos, enfrenta um intenso choque cultural. Em Bomont, a diversão é proibida: nada de ficar fora de casa até tarde; festas, sem chance; o rock é banido e simplesmente esqueça sair para dançar. Agora ele está engajado em uma causa simples: fazer com que todos possam se divertir! Daqueles que não desistem com facilidade, Ren desafia a ordem local enquanto luta para chamar a atenção de Ariel, a bela e atraente filha do reverendo Shaw.
Ainda bem que eu li o livro e não me atrevi a assistir ao remake. Ou crime inafiançável, como queiram. Existem filmes que são intocáveis, entre eles Footlose, Dirty Dancing, Ferris Bueller’s Day Off… As pessoas não tem a menor noção quando fazem um remake. Você pode até ganhar dinheiro, mas você será sempre uma piada!
Ao menos eu vi o trailer – que está aí embaixo – e vamos combinar que, nessa versão Ariel Moore está uma piriguete! Aliás, no livro ela também é um pouco retratada assim. É, não gostei. Acabei ficando com a visão do Kenny Wormald e da Julianne Hough nos papéis principais e isso atrapalhou um pouco a leitura.
Trailler Fail para filme fail
Quanto a edição nacional, só tenho elogios a Galera Record, que fez um trabalho, como sempre, impecável. Além da capa linda que o livro ficou – ainda bem que mal dá para reconhecer os atores – a tradução e a revisão ficaram realmente muito boas. E agora que já sei como os livros são impressos, saber que a cola da capa não vai sair mesmo que eu abra o livro a mais de 45° já me deixa a vontade para abri-lo até… 46°, no máximo. Brincadeiras a parte, não posso deixar de elogiar a qualidade gráfica do livro. Já a história…
Obviamente, você espera ler Footlose pensando em Kevin Bacon, em Lori Singer e claro, cantarolando Footloose, do Kenny Loggins. Infelizmente, apesar da história ser basicamente a mesma, ela foi um pouco adaptada aos dias de hoje e eu senti falta daquela vibe aulas de jazz, polainas e um final épico ao som de uma das melhores músicas dos anos 80. Sim, saudosismo define.
Por fim, tenho uma única coisa a dizer: Kevin Bacon deve ser respeitado!

Trailler foda para filme foda

Na verdade, a primeira vez que li esse livro, foi em inglês, logo assim que terminei de ler 


Eu não gosto de lobos. Eu não gosto de metamorfos. Eu não gosto mesmo deles. Mas às vezes, alguns autores conseguem me fazer simpatizar, ou até aceitá-los.
Vocês já devem estar cansados de saber o Eduardo Spohr é um dos meus escritores favoritos, junto com Saramago, Safran Foer e Salinger. E também que A Batalha do Apocalipse é meu livro favorito. Bem, talvez não…
Porém isso não é mais uma verdade absoluta. Filhos do Éden consegue ser ainda melhor e, acreditem ou não, ainda tenho lá minhas dúvidas se, Anjos da Morte – o segundo volume dessa série – não será melhor ainda que o primeiro. Mas, embora a qualidade da narrativa não tenha me surpreendido, uma vez que já sabia bem o que esperar, a história em si, sua timeline, os rumos que os acontecimentos tomam e até a proposta de ser um thriller foram surpreendentemente gratificantes. 































