Blog Archives for category Editora Record
Nas Sombras – Resenha
Uma distopia adolescente com fantasmas. Tem como ser melhor? Tem! Nas Sombras foi um livro que me deixou ansiosa pelo próximo. Título: Nas Sombras – Shade #1 Autora: Jeri Smith-Ready | Editora: Galera Record Sinopse: No futuro, um misterioso acontecimento (que ficará conhecido como Passagem) dará para os nascidos depois desta data a capacidade de ver e se comunicar com os mortos. Sendo uma dessas pessoas, Aura passa toda a sua vida tendo que lidar com essa condição. Quando o aniversário de 18 anos de seu namorado, Logan, se aproxima, Aura sabe que será o melhor de todos. A banda dele tem um megashow marcado e há uma festa planejada. Está tudo dentro dos planos, exceto Logan morrer de overdose… E voltar, se fazendo presente na vida de Aura exatamente como antes, só que roxo De modo geral os livros young-adults estão começando a bater sempre na mesma tecla: triângulos amorosos, vampiros, lobisomens, anjos, distopias… E agora, fantasmas. Nesse caso, fantasma + distopia. Nada contra, não é uma crítica. Eu gosto de livros sobrenaturais, eu gosto de distopias, mas às vezes tenho a sensação de que os autores resolvem misturar tudo quanto é tipo de elemento disponível e fazer uma coisa só. Às vezes funciona. No caso de Nas Sombras, primeiro livro de uma trilogia de Jeri Smith-Ready, isso funcionou muito bem. A narrativa não foca no elemento distópico, ele está lá apenas para justificar que, a partir de certo momento, as pessoas comecem a ver fantasmas. Pensando na história como um todo, eu até que gostei, embora tenha achado o romance de Aura e Logan um pouco dispensável. A mesma história poderia ser contada se ele fosse um amigo dela. Ou seja, é como se o romance só existisse para satisfazer uma necessidade de história de amor, e obviamente um triângulo amoroso. Ora, Logan morreu, virou fantasma, voltou roxo, precisa “encontrar a luz”, mas Aura está viva e precisa seguir adiante. E quem adiciona esse elemento a história é o irresistível (será?) Zachary. Um livro com fantasmas poderia ser meio assustador, meio creepy, como em Bad Girls Don’t Die, mas não é o que acontece nesse caso. O livro é leve, é gostoso, tem um bom ritmo e deixa algumas pontas soltas para o segundo volume da série. E sim, essas pontas soltas me deixaram bastante ansiosa pela sequência. Quanto a parte de distopia, como eu citei, os elementos são ainda muito pouco explorados nesse início. Os comentários nesse post podem valer kits de marcadores. E atenção! Como amanhã é feriado do Dia do Trabalho, vai rolar uma promoção surpresa no twitter do blog. Fiquem ligados!
[ Everybody cut... ] Footloose – Resenha
Para o mundo todo! Onde está Kevin Bacon? Não! Nenhum Ren McCormack será como ele. Desculpem-me… Título: Footloose Autor: Rudy Josephs | Editora: Galera Record Sinopse: Quando Ren, saído de Boston, se muda para uma pequena cidade no interior dos Estados Unidos, enfrenta um intenso choque cultural. Em Bomont, a diversão é proibida: nada de ficar fora de casa até tarde; festas, sem chance; o rock é banido e simplesmente esqueça sair para dançar. Agora ele está engajado em uma causa simples: fazer com que todos possam se divertir! Daqueles que não desistem com facilidade, Ren desafia a ordem local enquanto luta para chamar a atenção de Ariel, a bela e atraente filha do reverendo Shaw. Ainda bem que eu li o livro e não me atrevi a assistir ao remake. Ou crime inafiançável, como queiram. Existem filmes que são intocáveis, entre eles Footlose, Dirty Dancing, Ferris Bueller’s Day Off… As pessoas não tem a menor noção quando fazem um remake. Você pode até ganhar dinheiro, mas você será sempre uma piada! Ao menos eu vi o trailer – que está aí embaixo – e vamos combinar que, nessa versão Ariel Moore está uma piriguete! Aliás, no livro ela também é um pouco retratada assim. É, não gostei. Acabei ficando com a visão do Kenny Wormald e da Julianne Hough nos papéis principais e isso atrapalhou um pouco a leitura. Trailler Fail para filme fail Quanto a edição nacional, só tenho elogios a Galera Record, que fez um trabalho, como sempre, impecável. Além da capa linda que o livro ficou – ainda bem que mal dá para reconhecer os atores – a tradução e a revisão ficaram realmente muito boas. E agora que já sei como os livros são impressos, saber que a cola da capa não vai sair mesmo que eu abra o livro a mais de 45° já me deixa a vontade para abri-lo até… 46°, no máximo. Brincadeiras a parte, não posso deixar de elogiar a qualidade gráfica do livro. Já a história… Obviamente, você espera ler Footlose pensando em Kevin Bacon, em Lori Singer e claro, cantarolando Footloose, do Kenny Loggins. Infelizmente, apesar da história ser basicamente a mesma, ela foi um pouco adaptada aos dias de hoje e eu senti falta daquela vibe aulas de jazz, polainas e um final épico ao som de uma das melhores músicas dos anos 80. Sim, saudosismo define. Por fim, tenho uma única coisa a dizer: Kevin Bacon deve ser respeitado! Trailler foda para filme foda
Cidade de Vidro – Resenha
Na verdade, a primeira vez que li esse livro, foi em inglês, logo assim que terminei de ler Cidade dos Ossos e Cidade das Cinzas e fiquei desesperada para terminar a série. Título: Cidade de Vidro Autor: Cassandra Clare | Editora: Galera Record Sinopse: Para salvar a vida de sua mãe, Clary precisa viajar à Cidade de Vidro, lar ancestral dos Shadowhunters (Caçadores de Sombras) – não importa que entrar a cidade sem permissão seja contra a lei e que desobedecer às leis possa significar a morte. Para piorar as coisas, ela descobre que Jace não a quer lá, e que Simon foi jogado na prisão pelos Shadowhunters, os quais estão profundamente desconfiados de um vampiro que suporta a luz do dia. Enquanto descobre mais coisas a respeito do passado de sua família, Clary encontra um aliado no misterioso Shadowhunter Sebastian. Com Valentine juntando a força total de seu poder para destruir todos os Shadowhunters, a única chance destes sobreviverem é lutando ao lado de seus inimigos eternos. Mas conseguirão os Downworlders (Moradores do Submundo) e os Shadowhunters colocar seu ódio de lado a fim de trabalharem juntos? Enquanto Jace percebe exatamente quanto está disposto a arriscar por Clary, conseguirá ela dominar seus recém-descobertos poderes para ajudar a salvar a Cidade de Vidro – custe o que custar? Mais uma vez, Claire mete os pés pelas mãos, mas dessa vez vai parar em Idris para tentar salvar sua mãe. Assim como nos outros livros, ela passa por alguns perigos e enquanto isso, conhece pessoas que, assim como ela, Jace, Alec e Isabelle são Shadowhunters. Fangirlzice a parte, eu adoro Jace e seu jeito sarcástico. Não me importa nem um pouco que os fãs de Harry Potter não gostem da Cassandra Clare por questões de fanfics ou o que quer seja. Eu nunca li nenhuma fanfic de Harry Potter, escrita por ela, ou não. Então, fico apenas com a visão sem preconceitos com os livros da Cassandra que, devo confessar, escreveu uma das séries que mais gosto, pelos personagens, pelo enredo e pela forma como ela sempre termina os livros com um cliffhanger. Dessa vez, como era um final de série – ainda que não seja, exatamente – a história se fechou completamente. Fazemos algumas descobertas sobre o passado de Jace, de Valentine e, obviamente de Claire também. Em meio a uma batalha contra Valentine, que une Downworlders e Shadowhunters, Cassandra não tem medo de ousar e matar personagens, ainda que fiquemos com pena de sua morte ou que sejam crianças. Ainda não li “City of Fallen Angels”, embora ele já esteja aqui em casa desde o lançamento, mas acho, sinceramente que a série acabou bem. Assim como Vampire Academy, foi um bom desfecho, para uma nova série. E mesmo que, nesse caso, o foco continue o mesmo, você não precisa ler a próxima série se não quiser. Pode fechar por aqui. Mas não é isso que eu vou fazer… Classificação Geral:
Círculo Secreto – A Iniciação – Resenha
Essa resenha é, na verdade, um guest post, do Felipe, querido amigo, que adora a série e estava louco pelo livro. Que tal saber o que ele achou? Título: A Iniciação (Círculo Secreto) Autor: L. J. Smith | Editora: Galera Record Sinopse: Cassie é uma garota tímida de dezesseis anos de idade que se muda de volta para a cidade de Nova Salem com sua mãe. Antes que ela deixe sua cidade velha, no entanto, ela se apaixona por um garoto misterioso chamado Adam quem ela pensa que nunca verá novamente. No entanto, ao chegar em Nova Salem, Adam também está lá na mesma escola que ela. Ela logo descobre que uma estranha elite comanda a escola. Nesta elite, há duas meninas que se interessam em Cassie: Faye, que olha para ela e tem prazer em causar-lhe dor e quer fazer um boneco de Cassie, e Diana, que é muito mais agradável e torna-se melhores amigas com Cassie e ambas começam a amar uma a outra como irmãs. Revela-se logo que os membros deste círculo são bruxas e que Cassie é uma tambem. Diana é o líder do Círculo e Faye tem a ambição de tomar o lugar dela. Cassie também descobre que Adam é o namorado de Diana. Sinceramente a minha opinião sobre o livro variou bastante ao longo dele. E pra piorar, eu achei a protagonista uma idiota a maioria do tempo. Fora que é impossível não comparar o inicio, uma adolescente, retornando ao colegial, com traumas de família e querendo aceitação como qualquer outro filme ou livro americano das últimas duas décadas. Cassie Blake é bonitinha, simpática, obtusa às vezes e aparentemente, apesar de sua força como bruxa, é uma garota medrosa. Ficou meio contrastante na minha concepção a ideia de uma garota que peita um menino armado em prol de um desconhecido, ficar morrendo de medo de Faye e seu grupo de bitches e posteriormente parecer um gatinho abandonado de rua querendo um lugar quente pra ficar quando conhece Diana. Aí ela vira um cachorro adestrado, quando a relação das duas, por mais mágica que seja começa a se desenvolver, a relação Cassie – Diana ,passa longe de duas irmãs pela visão de Cassie, parece até paixão,os cabelos de Diana, seu rosto, seu sorriso, seu olhar verde… Mas tem horas que você jura que Cassie Blake vai dar uns pegas na coitada da Diana.
Sob a Luz da Lua – Resenha
Eu não gosto de lobos. Eu não gosto de metamorfos. Eu não gosto mesmo deles. Mas às vezes, alguns autores conseguem me fazer simpatizar, ou até aceitá-los. Título: Sob a Luz da Lua – Nightshade – Livro 1 Autor: Andrea Cremer | Editora: Galera Record Sinopse: Enquanto outras meninas adolescentes sonham com os meninos, Calla Tor se imagina arrancando a garganta de seus inimigos. E ela não teria como pensar outra maneira. Calla nasceu uma guerreira e em seu aniversário de dezoito anos, ela vai se tornar a fêmea alfa da próxima geração de lobos Guardiões. Mas o caminho de Calla está predestinado a sair de seu curso no momento em que salva a vida de um andarilho rebelde, um menino de sua idade. Este menino humano cheio de segredos vai virar o mundo embalado dos jovens de cabeça para baixo e vai alterar para sempre o resultado da Guerra dos Bruxos de séculos que envolve a todos. Calla definitivamente não é a típico protagonista, covarde e dependente e isso já fez com que eu simpatizasse com ela. Algumas vezes ela parecia até dura demais, mas, na maior parte do tempo, foi uma “atuação” gostosa. De todo modo, o livro, como um todo, me lembrou um pouco de Crepúsculo. Não que isso seja ruim – sim, sou fangirl – mas a falta de originalidade em certos aspectos peca um pouco. A boa notícia é que Calla não se parece com Bella. A mitologia criada poderia ser melhor, mas como eu não gosto de lobos, e eu já falei isso, acabo sendo suspeita para falar. Não consigo aceitar lobos e… Enfim, foquemos em outros aspectos. Obviamente é um livro cheio de clichês, mas ao menos, tem uma linguagem engraçada, menos infantil e com um sarcasmo que me surpreendeu. Calla tem um futuro já planejado com Ren e então conhece Shay, o cara lindo que ela salva de um ataque de ursos e começa a ameaçar seu futuro. Todo livro gira em torno de sua escolha e isso me deixou um pouco incomodada porque acaba sendo o foco do livro. Não sei se vou ter paciência para Wolfsbane. Classificação Geral:



























